Dançando com o estranho. Autor: Milano

Esta aventura aconteceu cerca de uma semana atrás e estou escrevendo enquanto os detalhes ainda estão vícios em minha mente.
Uma breve introdução:
Nós somos um casal totalmente normal e nunca fizemos nada muito ousado como ménage, sexo em público, exibicionismo, etc.. Nossas maiores aventuras foram com alguns brinquedinhos sexuais e light bondage, o que eu gosto muito.
Não gosto de descrições, mas para ajudar os leitores a criar uma imagem, vamos fazer um resumo. Eu tenho 1,81 m, atlético (81Kg), no início dos 40, cabelos castanhos cacheados – me classificaria com um nível de beleza normal, nem muito bonito para chamar a atenção, mas nem muito feito para espantar a mulherada. Já Liliana é outra história. Sempre foi muito bonita, ainda hoje com quase 40 eu me pergunto como eu consegui uma mulher assim. Loira, olhos verdes, cerca de 1,65 peso proporcional, realmente uma beleza.
Nossa aventura começa um mês depois de nos mudarmos para Europa. O Brasil não estava indo muito bem e resolvemos mudar para um lugar com mais oportunidades para nós e as crianças que ainda são muito pequenas.
Tivemos sorte pois minha mãe veio conosco para ajudar na casa nova e como ela olharia as crianças conseguimos programar uma noite para apenas nós dois, algo já não fazíamos há muito tempo.
No sábado à noite fomos a uma boate perto de casa. Eu queria beber algo e Liliana disse que queria dançar. O único problema é que nunca gostei muito de dançar, ela disse que dançaria sozinha e se alguma música me animasse eu me juntaria a ela.
Quando chegamos na boate estava tendo uma espécie de noite latina com músicas tipo lambada, forró, e outras que não conheço. Pedimos uma bebida e ficamos olhando a pista de dança. Depois de um tempo começou uma música parecida com forró e a dança também era parecida. Ela me chamou, mas como eu não queria e não sabia ela disse dançar um pouco sozinha.
Ela começou a dançar, muito bem por sinal, e em dois minutos apareceu um homem na frente dela chamando para dançarem juntos. Eu vi que ela deu uma congelada e olhou para mim, já dispensando o convite, mas eu fiz sinal para ela dançar com ele, afinal eles vão apenas dançar e essa é nossa noite de diversão. Ela virou meio sem graça para o rapaz e abriu os braços como um convite. Ele praticamente deu um bote e puxou ela para junto dele e a conduziu durante a dança toda. Aparentemente foi fácil conduzi-la, o cara era enorme, desses tipos musculosos, e dançava bem também, embora a meu ver a dança era mais um esfrega-esfrega do que dança.
Ela voltou para a mesa e deu um gole no coquetel de vodca com morango e começou outra música. Ela me olhou como que perguntando “posso dançar essa também?” e eu falei, claro, vai lá se divertir. Ela ficou alguns segundos ali parada na pista e quase que na mesma hora o moreno apareceu e a puxou colada nele. Ela parecia pequena perto dele com a cabeça na altura do peito dele e eles dançaram e giraram pela pista mais umas três ou quatro músicas.
Eu notei que nas ultimas músicas ele falava algumas coisas no ouvido dela, mas ela não respondia, apenas acenava ou dava alguns sorrisos. Quando ela voltou para a mesa estava já com o rosto todo vermelho, um pouco ofegante e levemente suada, pois era uma noite bem quente de verão. Eu perguntei o que o rapaz havia falado e ela meio sem graça disse que não entendeu, afinal o inglês dela ainda não era muito bom. Insisti para saber quais palavras ela entendeu, mas ela não me disse e ficou mais vermelha ainda.
Depois de uns 10 minutos, sem aviso, o rapaz veio e sentou-se a nossa mesa. Ele veio falar comigo. Disse que Liliana era uma ótima dançarina, que a maioria das mulheres de lá não dança muito bem, também disse que ela era muito bonita e eu era um cara de muita sorte. Ele agradeceu eu ter deixado ela dançar com ele e eu disse que ela é livre para dançar com quem quiser, já que eu não gosto muito de dançar. Ele ouviu isso, fez uma cara de pensativo e falou – Neste caso eu posso roubar sua mulher para mais algumas danças? Eu disse que deveria perguntar para ela, não para mim. Quando vi ela já estava levantando e sendo puxada pela mão para a pista de dança.
As músicas agora estavam mais lentas e mais sensuais, muitos casais estavam se amaçando na pista de dança. Eu via que ele a apertava, mas ela também se esfregava nele. Ela estava com um vestidinho largo de algodão e eu notava que em alguns momentos a mão dele escorregava para a perna dela e ela gentilmente pegava a mão dele e levava novamente até as costas ou cintura dela. Em alguns momentos ele também aproximava a boca dele na dela como que para beija-la e ela desviava o rosto, então ele aproveitava para sussurrar algo no ouvido dela e essa brincadeira de gato e rata continuou por umas três músicas.
Eu já havia bebido umas três ou quatro cervejas e notei que estava realmente gostando de ver Liliana dançar com outro homem, era uma mistura composta por uma grande quantidade de tesão, orgulho de ter uma mulher tão gostosa e uma pitadinha de ciúmes e receio de comparações posteriores. Mas ao mesmo tempo eu sabia que tínhamos um relacionamento forte e que uma brincadeira assim não colocaria em risco o que construímos em todos os anos juntos.
Ele virou Liliana de costas para ele e a puxou para o seu corpo com uma mão logo abaixo dos seios, quase que o segurando um deles. A outra mão dele eu não sabia onde estava, mas imaginei que poderia estar tentando ir para algum lugar sob o vestido dela. Ela inclinou a cabeça para frente e a princípio imaginei que ele estava sussurrando algo no pescoço dela, mas notei que ele estava dando beijinhos em sua nuca enquanto a dança convidava a um lento movimento de vai e vem. Uma mão dela alisava a mão que estava quase tocando o seu seio, mas a outra mão estava perdida em algum lugar entre os dois. Talvez controlando a outra mão deve que estava livre para explorar o corpo dela.
De repente ela se desvencilhou dele, disse algo e voltou para nossa mesa. Ela estava toda vermelha e suada. Não disse nada – apenas sentou-se do meu lado e enfiou a língua na minha boca em um beijo ensandecido. Ela estava ofegante e me apertava com todo o corpo, pedindo para irmos para casa. Eu com um sorriso maroto comentei que eles pareciam estar se divertindo e perguntei porque voltar para casa agora. Ela meio sem graça disse que tinha bebido muito e estava um pouquinho tonta, que queria ir para casa para aproveitarmos o final da noite só nos dois. O dançarino apareceu em nossa mesa e disse que queria falar uma coisinha com Liliana, ela pediu um minuto e os dois foram para a beira da pista de dança. Ele falava bem perto dela ela fez que não com a cabeça umas três vezes depois voltou para a mesa.
Eu perguntei o que ele queria e ela me disse que não entendeu o inglês dele. Eu insisti um pouco mais e ela disse que parecia que ele queria a calcinha dela. Eu dei uma risadinha e perguntei – Porque ele que a sua calcinha? Ela respondeu que ele disse queria uma recordação e uma confirmação que ela gostou de dançar com ele, já que ele pediu um beijo e ela não deu.
Eu perguntei se ela gostou (é claro que eu já sabia a resposta) e ela disse
–Acho que sim, foi legal.
–Só legal, parecia que você estava gostando um pouquinho demais. Vamos lá, vamos dar a calcinha para o coitado, você está provocando ele a noite toda.
– Você tá louco, não vou dar minha calcinha pra um estranho.
-E daí? O que tem de mais? Vai, tira ela aqui sem ninguém ver, a mesa vai esconder. Aproveita agora que ninguém está olhando.
Ela deu três grandes goles para terminar o coquetel e discretamente foi abaixando a calcinha até terminar com ela na mão.
-Deixa eu dar uma olhada. Eu pedi.
-Não, vou entregar para ele e vamos embora.
Ela levantou, foi até onde ele estava e entregou a calcinha bem escondida na mão dele. Ele pegou, levou no nariz e deu uma cheirada com os olhos fechados, depois passou os dedos no tecido e esfregou o indicador e o dedão com um sorrisinho. A calcinha devia estar encharcada.
Saímos da boate e andamos uns 50 metros quando ele veio correndo atrás da gente dizendo que esqueceu de agradecer o presente e queria deixar o telefone dele se ela quisesse dançar novamente. Ela ficou um pouco sem graça, mas eu anotei o telefone dele e disse que gostei de vê-los dançando. Ele perguntou se podia dar um beijo de despedida. Eu olhei para ela com cara de interrogação e ela disse.
-Um pequeno.
Ele a puxou e suas boca se colaram, as línguas lutavam loucamente dentro delas. Ele segurava o pescoço dela na nuca pressionando ainda mais a cabeça dele contra ela com uma mão e com a outra alisava ora a costa ora as pernas delas. Não pode deixar de notar que umas duas vezes a mão dele foi subindo pela parte interna da perna e os dedos devem ter tocado de leve a bucetinha dela agora totalmente desprotegida. Ela também estava aproveitando, com uma das mãos alisando os músculos definidos da barriga e do peito dele e com a outra mão fazendo um controle de segurança na mão dele que explorava o corpo dela, eventualmente a segurando quando ficava muito tempo onde não devia (ou devia?). Também notei que ao menos uma vez a mão dela passou por cima do volume que marcava a calça dele.
Acho que foi um beijo de uns dois minutos e eu estava hipnotizado vendo a cena, mas de alguma forma ela retomou o controle, se desvencilhou dele e fomos embora. Uns cem metros depois ela grudou em mim e deu em beijo cheio de tesão. Eu também estava morrendo de tesão e quando passei a mão na perna dela notei que sua excitação era tamanha que chegava a escorrer pela perna. Sua bucetinha estava ensopada como nunca vi antes e apertamos o passo para chegarmos logo em casa.
Todos estavam dormindo. Fomos silenciosamente para o quarto. Arrancamos as roupas e eu a penetrei assim que deitamos. Eu estava louco de tesão e tive que me segurar com todas as forças para não gozar- queria prolongar ao máximo aquele momento e ela já estava doidinha de tesão. Nesta fase ela perde toda a timidez e vira uma selvagem na cama.
Com o pinto dentro dela, mas bem lentamente para nenhum de nós dois gozar eu comecei a perguntar.
-Gostou da noite?.
-Sim, muito. Temos que fazer mais vezes.
-Não sei não, você parece que gostou demais, mas se você não me conta o que acontece eu não fico muito seguro para repetirmos. – Falei.
-O que você quer saber?
-O que ele ficava falando no seu ouvido enquanto vocês dançavam?
-Haaa, coisas que que homens falam. Que eu danço bem. Que sou bonita.
-Só isso?
-Depois ele falou que estava ficando com o pinto duro e perguntou se eu conseguia sentir.
-E você sentia, sua safada?
-Sim, eu esfregava minha barriga nele. Parecia grande e grosso.
– Estava assim por sua causa. Você gosta de uma pica grande e grossa? Perguntei
– Não sei, a sua já tem um bom tamanho, não sei se ia aguentar uma maior.
-Mas você imaginou aquela pica grande e grossa te comendo não imaginou?
-Talvez um pouquinho.
-Por isso que você ficou toda encharcada para ele. Toda abertinha enquanto dançava. O que mais ele disse? Perguntei acelerando um pouco o ritmo.
-Disse que queria me ver dançando peladinha. Disse que queria me chupar toda e me ver derretendo na língua dele. Ele disse que queria me comer de quatro enquanto puxava os meus cabelos para traz e dava tapas na minha bunda. Disse que ia me chamar de safada e me comer a noite toda até o sol nascer.
-E o que você falou?
-Eu disse que era casada, perguntei se ele não estava vendo o meu marido ali sentado.
-E ele?
-Ele falou que estava vendo sim e pela sua cara parecia que você estava gostando de ver a sua mulherzinha se esfregando em outro homem a noite toda. Disse que iria te mostrar que mulher gostosa você tem em casa. Disse que ia me comer na sua frente para você ver sua mulher gozando na pica dele. E que se você quisesse poderia até participar.
– Você teria coragem? Teria coragem de dar a sua bucetinha encharcada para um estranho enorme e deixar ele te comer bem gostoso na minha frente?
-Aiiii não sei… me pega de quatro e puxa o meu cabelo.
-Ela empinou a bunda e eu meti com força.
-Isso, bate na minha bunda e me chama de gostosa. Aaaaahhhahhaaaaaaa

Dançando com o estranho (continuação Autor: Milano

Já haviam passado mais de 10 dias da nossa pequena aventura na boate perto de casa e Liliana estava excepcionalmente fogosa. Nossa frequência sexual passou de uma vez a cada 10 dias para todo dia. Alguns dias, depois das crianças irem para a cama, ela estava fazendo algum serviço da casa e sem aviso vinha para cima de mim, me agarrava e me puxava para o quarto. Muitas vezes já estava completamente molhada e trepávamos como se fosse início de namoro. Um dia, depois do sexo, ainda deitados na cama, eu perguntei se ela fantasiava com o moreno da boate, mas ela me chamou de bobo e desconversou.
Liliana sempre foi um pouco travada em relação a sexo. Acho que pela nossa sociedade ser basicamente machista muitas mulheres têm dificuldade em admitir suas fantasias ou mesmo em se permitir fantasiar com aquilo que as excita. Já estamos com mais de 10 anos de casados e digo que ela ficou muito mais aberta em relação ao sexo, mas algumas fantasias podem ser um pouco mais difíceis de admitir. Talvez eu tenha que dar uma ajudinha.
Uma noite estávamos no quarto e voltei novamente ao assunto.
-Lembra aquele cara da boate que vocês dançaram? Então ele tinha deixado o telefone e o e-mail dele. Eu fiz uma pesquisa na internet e ele é personal trainer. Ele trabalha em uma academia lá no centro e eu marquei uma aula para a gente.
-VOCÊ FEZ O QUE? Ela perguntou assustada.
– Marquei uma aula, só isso. Você vive dizendo que quer voltar para a academia, mas nunca começa. É claro que a gente não vai treinar na mesma academia que ele trabalha, mas já é um início. – Eu disse. – Depois a gente começa em uma academia diferente perto de casa.
-Não sei não. Depois da boate, será que ele não vai ficar assanhadinho na academia. Se ele ficar tentando alguma coisa eu ia morrer de vergonha. – Ela explicou meio ressabiada.
-Pode ficar tranquila. – Eu falei – Eu deixei bem claro para ele que íamos nós dois e apenas para treinar Como ele é personal de lá será uma cortesia da academia para a conhecermos e decidirmos se queremos treinar lá ou não. Eu marquei para quinta feira as 7 da noite, assim minha mãe pode ficar com as crianças e vamos nós dois.
– Você quer mesmo que a gente vá? Ela perguntou meio que parecendo duvidosa.
Eu disse: Claro, vai ser divertido. Agente treina, relaxa e se diverte um pouco.
Quando chegou o dia nós pegamos o metro e fomos para a academia. Chegando lá ele nos recebeu, perguntou qual o nosso objetivo e fez um resumo de como seria o treino. Basicamente era um monte de abdominais e exercícios para perna, pois o treino estava mais voltado para Liliana.
Tenho que dizer que ele foi completamente profissional. Embora tenha dado bastante atenção ao treino, não aproveitou para fazer certos “ajustes de postura” com as mãos pelo corpo dela ou ficou dando cantadas e fazendo piadinhas. Tenho que admitir que foi bem menos excitante do que eu esperava.
Ao final, quando o treino terminou e já íamos nos despedir ele disse que o ideal após um treino puxado seria fazer uma massagem para relaxar e colocar a musculatura no lugar, que ele era massagista e quiroprata e que se quiséssemos ele poderia nos atender em meia hora, quando ele saísse da academia. Ele disse que tinha um hotel na rua da academia que era muito bom e não muito caro, por isso algumas vezes ele atendia os clientes lá, já que a academia não possuía um lugar para a massagem. Ficamos meio na dúvida e ele disse que como era a primeira massagem não cobraria nada.
Liliana estava com cara de que iria dizer não, mas antes dela falar qualquer coisa eu falei.
– OK, Liliana está sempre pedindo uma massagem. Vamos lá. Nos encontramos em meia hora no hotel.
Saímos andando e Liliana falou:
-Você é louco. Eu vou morrer de vergonha.
-Vergonha porquê? É só uma massagem. E eu vou estar lá o tempo todo. Agente chega, pede um vinho, toma um banho e você faz a sua massagem. Depois a gente vai embora para casa.
Fomos para o hotel. Só tinha disponibilidade dos quartos maiores, que eram um pouco mais caros, mas tinham uma sala com TV, mesa de jantar e sofá, um quarto com cama grande, uma mesa de trabalho e uma poltrona e um belo banheiro com ducha e banheira.
-Eu vou na frente tomar um banho. – Liliana falou.
-Eu vou junto. – Respondi.
-Não. Deixa eu me preparar. Ela disse – Se vou fazer massagem preciso dar uma aparada nos pelinhos, não quero nada escapando da calcinha.
-Oba. Você sabe que eu adoro uma periquitinha depilada, então capricha no serviço aí embaixo. – E ela me chamou de bobo, borrifou com um pouco de agua fria da torneira para me expulsar do banheiro e fechou a porta.
Eu pedi um vinho, sentei na poltrona do quarto e fiquei relaxando. O que será que ela estaria pensando? Será que essa preparação era para mim ou para ele? Só de pensar nisso meu pau já estava duro igual uma pedra.
Ela saiu do banheiro usando um roupão do hotel. Eu servi um copo de vinho para ela e fui tomar uma ducha rápida, já que ela tinha ficado no banheiro uns 20 minutos e não tínhamos muito tempo. Quando eu estava na ducha o telefone tocou e ouvi Liliana autorizando ele a subir. Com a história da depilação não tivemos muito tempo de conversar e ela foi rapidamente até o banheiro. Enquanto eu terminava de me enxugar, botava a cueca e o roupão do hotel ela disse:
-Huum, não sei não. Você tem certeza?
-Certeza do que? Perguntei com uma cara de inocente.
-Sei lá, você sabe. Eu sozinha com vocês dois aqui, fazendo massagem. E se eu ficar incomodada com algo?
-Eu cheguei bem perto dela, a segurei suavemente nos ombros e olhando em seus olhos disse:
-Querida. Aqui é você quem manda. Se tiver qualquer coisa que te incomode nós paramos na mesma hora. Você não é obrigada fazer nada, só aquilo que você quiser. Se está incomodada agora fazemos a massagem e vamos embora, ou se quiser pedimos desculpa a ele e vamos embora agora mesmo. Mas não importa o que aconteça aqui, eu vou continuar te amando como sempre te amei.
Ele bateu na porta do quarto e eu olhei para ela como que esperando uma resposta. E ela disse:
-Ok, só uma massagem então.
Não é que ele era massagista mesmo? Ou pelo menos tinha uma mesa de massagem, dessas grandes que se carrega nas consultas a domicílio. Ele abriu a mesa na sala, pois tinha mais espaço livre.
-Quem vai primeiro? Ele perguntou.
-Liliana é quem queria a massagem. Eu disse e já fui sentar no sofá.
Ela estava meio tímida e foi até a mesa e deitou de barriga para baixo, mas ele disse que ela deveria tirar o roupão. Ela ainda de barriga para baixo tirou o roupão. Ele colocou uma toalha sobre a bunda dela, pegou um pouco de óleo de massagem e passou nas mãos.
A massagem começou no pescoço e costas. Parecei que ela estava bem estressada, pois seus músculos das costas estavam cheios de nós e ela ia gemendo enquanto ele ia massageando, mais de dor do que de prazer. Depois de uns vinte minutos trabalhando nas costas e pescoço ele desceu para os pés, sola dos pés, entre os dedos, panturrilhas e coxas. Nesse momento ela falou para mim:
-E aí? Está aprendendo? Eu vou querer uma massagem dessas todas semanas agora.
– Vem aqui que eu te ensino – Ele falou para mim, indo um pouco para o lado. – Olha aqui, eu fico com essa perna e você fica com a outra, o que eu fizer você repete. É fácil.
Eu pedi um pouco mais de óleo e ficamos massageando ela por uns bons 5 minutos. Ela estava de olhos fechados e a boca semiaberta, quase babando. Eu pedi para ela separar um pouco mais as pernas para massagearmos a parte interna das coxas e sem aviso eu tirei a toalha que tampava sua bunda dizendo que estava me atrapalhando. Eu percebi que ela ficou mais alerta e tensa, pois estávamos tendo uma visão privilegiada da sua calcinha enfiada na bunda e também dava para notar uma mancha considerável que sua humidade já deixava na calcinha.
Eu chegava com os dedos mais perto da bucetinha dela, raspando de leve sobre a calcinha, mas sentia os músculos retesarem quando chegava fazia isso e resolvi não insistir por um tempo. Neste momento eu disse:
-Que tal você continuar nas pernas que eu massageio o pescoço dela.
Logo fui para o pescoço e vi que ele apertava vigorosamente as coxas com as mãos subindo e descendo com a ajuda do óleo.
Nessa hora o meu pau estava duro igual uma pedra e Liliana deve ter visto, dizendo:
-Pronto. Agora é a sua vez. Para mim já está bom de massagem.
-Não tenho nada contra. – Eu disse.- Mas não estou muito no clima de receber massagem de homem hoje.
E ele falou:
-Não tem problema. Fazemos do mesmo jeito. Liliana faz a massagem e eu vou ensinando. É bom ela aprender também.
Nessa hora ela levantou e rapidamente colocou o roupão. Eu tirei o meu, de costas para eles, (não sei porque tinha um pouco de vergonha de mostrar que estava de pau duro), e deitei de barriga para baixo.
Liliane veio do meu lado e iniciou a massagem, mas já no início ele foi para traz dela e segurando os seus dois braços foi ensinado os movimentos:
-Isso. Assim. Subindo e descendo. Tem que por força viu. Assim.
Eu via que ele estava bem colado atrás dela e dava as instruções sussurrando em sua nuca e ouvido. Ela adora isso.
-Isso. Você está aprendendo bem. É uma boa aluna.
Com a cabeça virada para o lado eu não consegui ver muito, mas notei que uma das mãos dele não estava mais direcionando o braço dela. Ela agora estava quietinha fazendo a massagem e ele continuava dizendo palavras de incentivo.
-Isso. Inclina um pouco mais. Assim. Agora você está pegando o jeito. – Ele dizia.
Depois de um tempo levantei um pouco a cabeça e vi que não tinha mais nenhuma mão direcionando o braço dela. Uma mão dele parecia estar sob o roupão segurando um dos seios dela e a outra eu não conseguia ver. Levantei um pouco mais a cabeça e ao perceber meu movimento ela disse que era para eu aproveitar a massagem e então colocou uma camiseta sobre a parede de cima da minha cabeça deixando apenas minha boca e nariz de fora.
Droga!!
Ela continuou me massageando e eu com os meus sentidos aguçados ao máximo tentava perceber algo mais: respirações profundas, som de roupa raspando, a pressão do braço dela na minha pela e eventualmente alguma movimentação quando eles trocavam de posição para ela massagear outra parte do meu corpo.
Certa hora notei que ela massageava a batata da minha perna por um bom tempo sem sair dali e em movimento iguais o tempo todo e comentei:
-Acho que já está bom de panturrilha.
Ela indo para a outra panturrilha disse que quem controlava a massagem era ela e era para eu ficar quieto.
Eu não via nada e estava doido de tesão quando ela falou.
-Agora você pode virar de barriga para cima.
Eu fiquei meio sem jeito me virei. O meu pinto estava quase explodindo e escapando da cueca de tão duro e quando virei era impossível disfarçar o volume. Ao ver isso ela me olhou com um misto de surpresa, alivio e safadeza e falou perto do meu ouvido.
-Parece que não sou só eu que aproveito demais essas nossas saídas. Acho que você precisa de uma massagem bem relaxante
Eu notei que ele ainda estava de calça, mas já estava sem camisa. O roupão dela estava desamarrado. Ele pegou na nuca dela, por debaixo dos cabelos e direcionou suavemente a cabeça dela até o meu pinto. Ela abaixou obediente e abriu a boca e começou uma chupeta maravilhosa.
Quando eu levantei um pouco a cabeça para dar uma olhadinha vi que com uma mão ele segurava um dos seios dela – apertando o mamilo entre o polegar e o indicador. A calcinha não fazia um bom trabalho em esconder outra mão que acessava sua bocetinha pela parte de trás enquanto ela mantinha as pernas semiabertas para os dedos terem toda a liberdade de brincar por ali.
Eu aproveitava para olhar enquanto ela com os olhos fechados e meu pinto na boca não notava que eu estava apreciando a cena, mas quando ele enfiou um (ou dois) dedos nela e ela soltou um gemido longo eu não aguente. Gozei na boca dela tão forte como não gozava há muito tempo. Ela pareceu que foi pega de surpresa, afinal acho que foram só uns 30 segundos de chupeta e eu já havia gozado. Liliana não tirou o meu pinto da boca, sugou forte e bebeu tudo – coisa rara dela fazer. Ela foi subindo pela minha barriga até meu ouvido e disse baixinho enquanto o moreno parecia ainda estar brincando com ela.
-Porque você não vai para o banheiro e toma um banho de banheira bem gostoso por uns 15 minutos?
-Tem certeza? Você quer que eu vá? Eu estou gostando de ficar aqui. – Eu disse.
-Tenho sim. Você já aproveitou e eu fico com vergonha de ter você aqui me olhando. Vai lá e nada de dar espiadinhas aqui, hein?
-Está bom, você quem manda. Mas se precisar me chama e venho correndo.
Eu fui para o banheiro, abri a torneira da banheira e 5 segundos depois ela apareceu lá. Me deu um beijo na boca e saiu fechando a porta. – Droga- Se eu abrisse a porta ela iria ouvir o som da agua, tinha que esperar pelo menos a banheira encher para dar uma espiadinha. Foram os três minutos muito longos da minha vida, podia estar acontecendo qualquer coisa e eu estava perdendo a festa.
Depois que a banheira encheu eu fiz uns barulhos na agua para não levantar suspeita, apaguei a luz e abri a porta bem devagar. Eles não estavam mais na sala, o que por um lado era bom pois não viram que eu abri a porta do banheiro. Fui andando até a porta do quarto, que estava entreaberta e vi a cena que acontecia a meia luz. A cabeceira da cama ficava no lado oposto a porta, então me abaixei para ficar ao nível da cama, assim eles somente poderiam me ver se olhassem diretamente para lá e eu tinhas uma visão privilegiada de pês e bundas.
O moreno estava deitado de costas e Liliana estava já totalmente sem roupa montada em cima dele. Ela parecia estar um pouco apreensiva com o tamanho da ferramenta dele. Com as mãos apoiadas no peito dele ela subia e descia com certa dificuldade, limitando a extensão do movimento. O vai e vem continuou até que ela finalmente conseguiu descer totalmente depois de uns dois minutos. Nessa hora ele a puxou pelas mãos e os dois colaram as bocas enquanto se moviam sem sincronia. Meu pau endureceu novamente na mesma hora.
Após alguns minutos eles se viraram e ele foi por cima dela, agora controlando a situação, subindo e descendo com toda a extensão do movimento. Ela começou a gemer mais alto e mais alto até que deu os primeiros sinais que iria gozar com gemidos mais longos e graves. Ele sem piedade acelerou ainda mais, socando forte o pinto nela e ela teve um orgasmo incrível, se contorcendo e gemendo em baixo dele enquanto ele continuava com movimentos vigorosos. Somente depois que ela praticamente implorou para ele parar dizendo que não aguantava mais ele parou e ela ainda ficou tendo um espasmo ou outro por uns dez segundos enquanto ele se mantinha elevado parecendo aproveitar a visão.
Nessa hora eu voltei para o banheiro e fechei a porta devagar. Fiquei esperando ela, mas como ninguém veio eu saí novamente e vi que os dois ainda estavam na cama, deitados e conversando com o baixinho.
Ele parecia estar trocando a camisinha e na sequencia se ajeitou deitado ao lado dela, depois a virou de costas e para ele e foi brincando com os peitinhos dela, chupando a orelha dela e sussurrando em seu ouvido.
-Não. Não vou fazer isso. –Ela falou baixinho e fiquei alerta na mesma hora.
-Por que não, vai ser divertido. – Disse ele.
– Vou morrer de vergonha. O que ele vai pensar de mim. – Liliana completou.
– Vai pensar que tem uma esposa muito gostosa que fica toda meladinha na cama com outro homem enquanto ele toma banho. Vai pensar como todos os homens ficam safados querendo comer sua esposinha. Ele vai pensar que quando um macho aperta o biquinho do peitinho dela assim enquanto brinca com os dedos na sua bucetinha dela ela fica toda melada e arrepiada. Ele vai pensar que ela gosta de segurar bem forte um pintão querendo ele todo dentro dela.
-Mas eu tenho vergonha. – Ela disse entre gemidos.
– Então nada de segunda vez para você. Você não disse que queria outra vez? Que ainda estava safada e que não experimentava um pinto diferente há mais de 10 anos? Disse que nunca tinha experimentado um pinto deste tamanho e queria de novo, não disse? Se quer mesmo, me promete que vai fazer.
Os dois estavam de costas para a porta, assim eu podia ver bem a cena, embora ele tampasse boa parte do que acontecia com o corpo eu via que as mãos dele estavam trabalhando para deixa-la maluquinha novamente. E não demorou muito porque em pouco tempo ela levantou um pouquinho uma perna.
-Sim. Eu prometo.
-Promete o que?
-Eu prometo que vou ser a cachorrinha de vocês.
E o que mais.- perguntou ele enfiando o pinto em sua bocetinha toda melada.
-Prometo que vou fazer tudo que vocês mandarem, que vou ser uma cachorrinha boazinha e obediente – Ela sussurrava enquanto ele mordiscava a nuca dela, um braço dele por baixo dela segurando em seus seios e a puxando forte para junto dele e a outra mão ainda brincava com sua bocetinha que agora estava totalmente preenchida.
Que cena linda de se ver, ficaram assim por uns minutos até que ele a levantou com facilidade a e botou de quatro sem tirar o pinto de dentro. O sexo ficou mais selvagem, com tapas na bunda e puxões de cabelo até que ambos gozaram juntos e despencaram na cama. Voltei para o banheiro e me joguei na banheira que já estava quase fria. Liliana chegou logo depois toda suada, vermelha e cheirando a sexo, mas com o roupão.
-E aí? Como foi? – Perguntei
-Não é assunto seu. -Ela falou em tom de brincadeira.
-Me conta dos detalhes, quero saber tudo. – Falei
-Não. Talvez depois, hoje acho que não consigo.
Ela tomou uma ducha e saímos do banheiro. Todos estavam com o roupão e resolvemos pedir comida pois estávamos famintos. Comemos hambúrgueres e conversamos sobre o treino, pois sempre que a conversa ia para o sexo Liliana mudava de assunto, mas em um determinado momento o moreno começou a falar.
-Sua mulher é realmente muito bonita. E muito fogosa também. Deixa no chinelo praticamente todas as garotas novinhas da academia. Hoje foi uma experiência incrível. – O moreno falava enquanto Liliana ia ficando cada vez mais vermelha.
– Ela me fez uma promessa hoje que acho que você vai gostar bastante. – Ele disse para mim.
Liliana ficou toda vermelha e disse que não sabia se ia conseguir, mas ele disse que promessa era promessa e ela teria que fazer de qualquer jeito. Ele foi até a mochila dele e pegou uma sacolinha e entregou para ela. Ela tirou o conteúdo. Era uma coleira de couro, dessas parecidas com de cachorro, mas aveludada. Ela abriu o fecho, vestiu a coleira e andou até o sofá onde eu estava. Sem falar nada ela entregou a guia na minha mão, puxou o meu pinto para fora e começou a chupa-lo. UAU, isso me pegou de surpresa.
-Ela prometeu que agora seria a sua cachorrinha e que se você quisesse aproveitar sozinho ou poderia me entregar a guia para eu brincar um pouco com ela enquanto você olha. – O moreno falou.
Gostei da brincadeira, e se ela continuasse me chupando mais um segundo eu ia gozar antes da hora.
-Vem cachorrinha. O seu novo dono vai cuidar um pouquinho de você e depois você volta para mim. Isso, boa menina. – Falei entrando no jogo ao entregar a guia para ele e voltar para o sofá.
Liliana estava toda vermelha, mas continuava na brincadeira. Ele pegou a guia, tirou o próprio roupão e falou:
-Agora a cachorrinha vai me chupar um pouquinho. Eu ainda não ganhei uma chupada hoje. – Ele falou puxando a guia até o pinto dele.
– Isso, põe inteiro na boquinha. Agora põe a língua para fora e enfia ele até a garganta. Isso, que gostoso. – Ele falava e dava instruções o tempo todo.
– Essa cachorrinha parece que gosta de chupar uma pica grande. Vamos tirar o roupão dela também. Para que tanta roupa? Isso tira a roupa cachorrinha, mas sem tirar o pinto da boca. Boa menina.
Eu do sofá apreciava a cena com o pinto totalmente duro. Ele ainda estava em pé e ela de joelhos chupava o pinto dele. Ele sempre a controlando com a coleira e as vezes batendo com o pinto na bochecha dela.
-Acho que ela está pronta. Agora eu quero provar essa cachorrinha. -Ele disse levantando-a suavemente pela coleira e a direcionando novamente para a mesa de massagem.
Ela deitou de barriga para cima e ele a puxou para a beirada com a bunda bem na borda e segurando suas pernas para cima me chamou.
-Vem aqui e dá uma olhada como essa cachorrinha gosta de chupar uma pica. Ninguém encostou nela ainda e já está toda melada.
Mesmo quando estamos apenas nós dois em casa Liliana não gosta de luzes acessas ou de muita exposição e agora ela estava totalmente arreganhada diante de nós. Aquela bocetinha depilada estava escorrendo de tesão. Seu rosto estava totalmente vermelho, não sei se de excitação ou de vergonha, enquanto nós dois apreciávamos a visão por alguns segundos e comentávamos o quanto ela era gostosa.
Ele começou com lambidas leves que pareciam dar choques a cada contato da ponta da língua. Eu fui para o lado dela e botei o pinto em sua boca. Ela já estava muito louca de tesão e continuou chupando o meu pinto enquanto gemia. Em pouco tempo começou a dar sinais que iria gozar, mas quando ela estava quase chegando ao orgasmo ele parou com a língua e deu um tapa forte na bunda dela.
-Não está na hora da cachorrinha gozar ainda. – Ele disse ficando em pé, colocando o preservativo e apoiando o pinto sobre a barriga dela.
Realmente não era um pinto pequeno. Ele começou a brincar com o pinto duro na portinha dela, mas sem penetra-la. Nessa hora eu puxei o pinto da boca dela para não gozar e fui chupar os peitinhos dela. Ele ficou brincando até ela quase gozar novamente, esfregando a cabeça do pinto nos lábios e no clitóris bem rápido e as vezes batendo com o pinto na barriga dela, fazendo barulho e espirando o liquido dela que saia em quantidade.
-Ainda não é hora dessa cachorrinha gozar. – Ele disse dando outro tapa nela.
– Agora é hora dele ver como essa cachorrinha gosta se ser comida por uma pica grande. É hora dele saber como ela é safada e gostosa. Agora segura as pernas bem abertas assim. Isso, bem arreganhada para receber todo esse pintão que você adora. – Ele disse ao soltar as pernas dela para segurar a coleira com a mão esquerda e começar a acariciar o clitóris dela com o polegar da mão direita.
Ele falava enquanto ia enfiando o pinto na bucetinha dela que embora completamente encharcada tinha ainda alguma dificuldade receber tudo. Cada vez que o pinto entrava um pouco mais fundo ela se arreganhava um pouco mais e soltava um gemido mais longo e mais grave. Ela foi ficando cada vez mais louca e abriu novamente a boca procurando o meu pinto, sugando forte enquanto eu segurava o clímax com todas as minhas forças.
Quando entrou tudo o pinto ele disse:
-Parabéns cachorrinha. Entrou tudinho. Vamos brincar mais um pouco, mas não é para gozar ainda.
Ele começou um vai e vem devagar com toda a extensão do pinto que agora estava todo brilhante da humidade dela e começava a se movimentar mais facilidade. Ela deu sinais que iria gozar e ele deu um tapa forte na bunda dela novamente, mas sem parar o movimento, na verdade acelerando um pouco, o que a fez dar mais um gemido e ele mais um tapa. Já no quarto gemido seguido de tapa não aguentei e gozei em na boquinha dela, mas desta vez ela não engoliu pois estava naquele transe que antecede o orgasmo. Liliana começou a gozar violentamente com a minha porra escorrendo pela boca aberta, gritando e com as pernas subindo e descendo incontrolavelmente enquanto ele ainda a comia com força e lutava para mantê-la no lugar. Antes do gozo dela terminar ele também gozou entre urros, apertos e tapas e na sequencia ele tirou o pinto todo melado de dentro dela que ainda estava ofegante e se recuperando do turbilhão de sensações. Ele puxou a camisinha para fora e levou o pinto para a boquinha dela, puxando levemente a coleira.
-Minha cachorrinha, você foi muito bem. Agora limpa bem limpinho esse pinto que foi você quem usou. Vamos lá, não quero que fique uma gotinha sequer aí dentro. Chupa tudo
– Ele falou enfiando o pinto semi-endurecido na boca dela enquanto me entregava de volta a guia da coleira.
Já era mais de uma da madrugada e todos iriam trabalhar no dia seguinte. Ele disse que adorou a noite e foi embora depois de uma ducha. Fomos dormir logo depois.

a mais completa das esposas

Meu nome é júnior e sou casado com uma loira realmente linda e de um corpo maravilhoso,a bunda dela é qualquer coisa pra lá de perfeita com uma micro marquinha de biquine,e uma bucetinha se é que se pode chamar de bucetinha;bem carnuda que quando chupo é como se estivesse dando um beijo de linguá,sempre a estimulei a andar quase nua e ela por sua vez muito exibicionista adora;das minhas fantasias em ver Carla (é assim que se chama)com outros homens;a o que ela se transformou foi um pulo;comecei a curtir em vela com outro homem ;mais ai veio uma fantasia mais louca ainda de Carla ir a uma boate de garotas de programa;no inicio Carla achou que seria loucura demais ;mais acabou por ceder ;foi a primeira vez ;e fez logo dois programas ai se animou e passou a ir todos os dias;eu fico louco quando ela me fala de seus programas alguns clientes só falta matar ela de tanto gozar e ela adora pois elem de sentir prazer ainda recebe ;eu pedia a ela pra ir a boate para vela trabalhando mais Carla me dizia que ficaria sem graça de me ver vendo os caras passando a mão nela tratando a como a prostituta que se tornou;mais era exatamente isso que eu queria ver;então o dia chegou tomei dois chopp num barzinho pra relaxar e fui a boate como um cliente qualquer ; e foi a melhor experiencia da minha vida ver minha linda esposa desfilando pra lá e pra cá no meio das outras e dos clientes vestida só de fio dental e salto altíssimo;os caras cheirando ela uns a bota no colo ;mais cumi alto ainda estava por vim foram dois o primeiro quando anunciaram que a próxima stripper seria Carla gelei quando ela apareceu no palco foi uma loucura em minha cabeça,os caras olhando minha esposa ali dançando nua foi demais nunca sentir tanto tesão;e o outro momento foi quando ela terminou de fazer o show e um cliente a chamou na mesa e pouco depois os dois foram para o quarto ela passou por mim e deu um sorrisinho; ainda esperei que Carla voltasse e depois de umas duas horas ela apareceu no salão como que satisfeita ;fui para casa e bati 3 punhetas pensando em todos os momentos maravilhosos que vivi na quela boate;vivo pendido a ela para me deixar ir de novo e Carla falou que vai pensar.

Corno do tio 2

      Vamos a continuação do relato sobre a nova vida de Augusto, contada por si próprio: Depois que Barbie me mostrou como lhe agradar, lim...