Ola meu nome e Paulo tenho 23 anos minha esposa Mariana tem 19; quando ela era solteira fazia uns programas ate quando a gente namorava sem eu saber depois que casamos ela parou. Mas tinha uma amigo dela que conheci depois que levava a gente nos lugares e tal. A gente tava sem dinheiro ela fez a proposta não aceitei mas depois concordei mas só se fosse junto.Fomos numa balada ele levou a gente no final conversamos e fomos pro motel chegando lá ela tirou o vestido que ela tava que era bem curtinho ficou só de calcinha pois tava sem sutiã tirei a roupa também e o amigo nosso fico de cueca, meu pau tem uns 14 cm ela começo a chupa meu pau e o cara passando a pica na bunda dela dai trocamos ele tiro o pau pra fora devia te uns 23 cm e ela caiu de boca nossa fiquei louco tirei a calcinha dela e comecei a fude aquele bucetão da minha esposa… e ela mamando o cara, ela deito de barriga pra cima abriu as pernas e o cara veio mete nela, nossa ele tava louco de tesão metia forte ela gemia de dor e tesão enquanto ele comia minha esposa ela batia uma pra mim…ela tem peitos grandes bunda empinada os peitos dela
balançavam de tão forte que ele comia ela… comecei a mama nos peitos dela e ela falo baixinho no meu ouvido que ele era cliente dela quando era solteira, perguntei se ela tava com saudade do pau dele ela falo que não… dai o cara deitou e ela foi mama nele ela ficou de 4 comecei a come ela a xota tava arrombada ficamos fudendo durante 1 hora e meia mais ou menos trocando de posições quando eu tava quase gozando ela pediu pra mim goza na boca dela a puta da minha esposa engoliu tudo… gozei e fui tomar um banho deixei os dois fudendo, fiquei espiando os dois ela subiu nele e rebolava naquela pica ele mamava nos peitos dela derepente começaram a se beijar loucamente e ela rebolava muito forte bem puta mandando ele come a prostituta exclusiva dele, ele disse que ia goza segurou ela pra goza dentro ela falou que não so meu marido goza dentro e saiu de cima dele ficou de joelhos na cama e começo a masturba ele nossa ele gozo muito nela na boca no rosto escorreu nas tetas…devia esta com saudade da buceta dela era muita porra dai sai do banho e ela foi se lavar.ficamos conversando ele disse que eu era um cara sortudo de ter uma putinha em casa e que queria comer ela toda semana se eu deixasse… Ah uma coisa que não falei minha esposa tem 1,52 57 kg loira peitos grandes bunda grande empinadinha buceta lisinha e bem grande um grelo enorme…e o cuzinho ainda e virgem…

O marido da minha amiga me comeu na minha casa

Olá a todos! É a primeira vez que escrevo algo tão pessoal da minha vida, mas de tanto ler e me excitar com as estórias de sexo que leio, achei que seria legal relatar este fato que me aconteceu. Bom, deixa eu me apresentar: meu nome é Daniela, tenho 27 anos, casada e muito feliz no casamento. Sou morena (sempre bronzeada), corpo esculpido com muita malhação, seios médios e tenho a bundinha bem arrebitada.
Agora vamos ao que interessa! Como já disse, sou casada e meu marido, o Paulo, é lindo, maravilhoso e saudável. Na cama, ele inventa uma fantasia a cada dia, me satisfazendo cada vez mais! Só que eu sou muito safada, sedenta de sexo o tempo todo. Já tive um casinho extra com um cara que conheci, mas faz muito tempo. E, quando eu menos esperava, a segunda traição de minha parte aconteceu ano passado. Foi algo natural e não pude evitar.

O fato é que tínhamos (eu e meu marido) um casal de amigos muito chegados, o Fabrício e a Lia. Sempre saíamos juntos e eles estavam sempre em nossa casa e vice-versa. Eu já havia percebido em várias ocasiões que o Fabrício me olhava de uma forma gulosa, como se quisesse testar o meu tesão. Ele era um belo homem e despertava o tesão de qualquer mulher. Era moreno, de pele clara, olhos cor de mel, cabelo raspadinho, belas pernas e uma bunda... Huummmm!! Que delícia.

Eu sempre correspondia aos olhares maldosos dele, tentando disfarçar a excitação a cada olhada. Cada vez que saíamos juntos, nós quatro, era uma sensação indescritível. Eu sentia um calor por dentro que era uma loucura! E o melhor, eu sabia que era correspondida. Depois de um certo tempo, fui percebendo que ele ia além de olhares promissores e suas investidas eram ainda mais audaciosas.




Comecei a perceber isso no reveillon do ano passado, onde fomos os quatro e mais alguns amigos, para uma praia da zona sul do Rio. Eu usava um vestido branco, que ficou transparente depois que me molhei um pouco no mar. Na hora da virada, em meio àqueles fogos e aos cumprimentos dos amigos, ele veio falar comigo, desejando um feliz ano novo e dizendo que esperava que nesse ano um grande desejo dele e meu fosse realizado.

Achei graça daquela ironia. Achei que era efeito da bebida que todos nós já havíamos consumido. Mas pude sentir o volume do pau dele bem próximo a minha bucetinha. Fiquei muito excitada! Tive que dar boas sarradas no meu marido pra me acalmar. Desse dia em diante, ele sempre falava uma gracinha, jogando charme pra mim, mesmo quando estava sóbrio, me provando que estava consciente do que havia dito no reveillon.
No meu aniversário, em abril, ele e a mulher vieram à nossa casa. O presente deles foi uma belíssima lingerie, que segundo a própria Lia, foi ele quem comprou porque ela estava sem tempo e ele levava jeito pra isso por comprar sempre pra ela. Como eu já esperava, na primeira oportunidade ele falou quase sussurrando no meu ouvido:
- Quero vê-la usando o meu presente!
Dei apenas um sorrisinho sacana e ele entendeu.

E assim suas investidas foram ganhando cada vez mais audácia. Até que em maio, meu marido precisou passar 5 dias fora do Rio, numa viagem de negócios. Como o Fabrício e a Lia sempre estavam conosco, eles se colocaram à disposição para me fazer companhia durante este período em que o Paulo estivesse viajando. Ele foi numa quinta-feira e só voltaria na terça-feira seguinte. No sábado, o Fabrício e a Lia me ligaram, convidando para ir com eles à praia no domingo e depois almoçarmos juntos.

Achei a idéia ótima, mas disse que estava sem carro, pois o Paulo havia viajado com o meu, já que o dele estava na oficina. A Lia prontamente disse que iriam me buscar no horário combinado. Passei o sábado fantasiando mil coisas com aquele belo homem, marido de minha amiga, sabendo que não passaria de fantasias. Mas aqueles belos olhos, que tanto me apreciavam me deixavam louca de tesão e não estava sendo fácil resistir.
Fui ao salão e me depilei por completa. Pois bem. Havíamos combinado às 9h da manhã, e conforme eu disse, eles viriam me buscar em minha casa. Para minha surpresa, às 8:50h, meu telefone toca e era a Lia, avisando que o Fabrício estava vindo me buscar porque ela, como sempre, havia se atrasado e não queria que eu ficasse esperando. Perguntei se ele já havia saído de casa e ela respondeu que sim.

Pensei rápido (já prevendo que alguma coisa poderia acontecer) e respondi que ele que iria me esperar um pouquinho, pois eu também havia me atrasado! Rimos e ela disse que não haveria problema, pois assim daria tempo de ela ajeitar suas coisas com calma. Nos despedimos e desligamos o telefone, enquanto eu já imaginava: "não acredito que terei a oportunidade de ficar a sós com o Fabrício!".
Tratei de colocar meu menor e mais sexy biquíni, sem saia ou short por cima. Só o biquíni mesmo! Passados uns 15 minutos, ele buzinou em meu portão e, percebendo que eu não o atendi, tocou meu interfone. Eu atendi e pedi que entrasse, pois eu estava terminando de me arrumar. Sem titubear, ele fechou o carro e entrou. A porta da sala estava aberta, e eu na cozinha, enchendo a garrafa térmica de água e gelo para levar pra praia.

- Tô entrando, héim! - ele disse ao entrar.
- Entra, Fabrício! Tô aqui na cozinha! - respondi.
Quando ele entrou na cozinha e me viu vestida daquela maneira, veio me cumprimentar com um beijinho safado no rosto.
- Que isso?! Tudo pra ir comigo à praia? - disse ele quase sussurrando.
- Com você e sua esposa, seu bobo! - eu respondi, com um sorrisinho no rosto.

Rimos da brincadeira. Pedi desculpas pelo atraso, e ele disse que esperaria o tempo que fosse necessário, devido a visão que tinha. Mais uma vez rimos. Ele vestia apenas uma bermuda, sem camisa. Eu já estava muito excitada, tanto por ver aquele homem maravilhoso na minha frente, como por estar me exibindo pra ele, deixando-o louco de tesão. Perdi a noção e comecei a me exibir cada vez mais, empinando a bunda para pegar alguns objetos, passando bem perto dele.

Até que percebi o volume do seu pau ereto sob sua bermuda.
- Olha o que você faz comigo, Daniela! - disse ele, bem sacana, ao ver que eu havia percebido sua pica bem dura.
- Mas eu não fiz nada! - respondi sorrindo e pensei: "Ainda...!".
Foi quando ele, vendo que eu cederia a primeira cantada, disse:
- Você sabe que eu sou louco de tesão por você, não sabe? Sabe que por diversas vezes vou pra cama com a Lia fantasiando você comigo, não sabe?

Enquanto ele dizia isso, se aproximava com olhos gulosos pra cima de mim. Eu não me fiz de rogada, e com a bucetinha toda molhadinha, pulsando de tanto tesão, correspondi ao delicioso beijo que ele me deu. Como beijava bem aquele homem! Enquanto nos beijávamos calorosamente, suas mãos percorriam todo o meu corpo e as minhas faziam o mesmo no corpo dele. Nossa!! Como era gostoso sentir aquelas mãos nas minhas costas, na minha bunda gostosa, na minha barriga, nos meus seios.

Logo a mão dele chegou até a minha bucetinha, que ele começou a acariciar ainda por cima do biquini. Ele levantou a parte de cima do meu biquíni e começou a chupar meus seios fervorosamente, enquanto com a mão direita ele acariciava minha bucetinha toda meladinha, por dentro da calcinha do biquíni. Eu me contorcia toda e pedia pra ele não parar, que eu estava adorando.

Ele foi descendo, descendo até chegar sua boca bem próxima da minha bucetinha e segurando o biquíni pro lado, começou a chupá-la de uma forma como eu nunca havia sido chupada pelo Paulo.
- Ahhhhhhh!!! Vou gozarrr, Fabrício!!! Vou gozar na sua bocaaaa!! - eu avisei que ia gozar e meu corpo começou a se tremer todo.
- Goza gostoso que eu quero sentir o seu gosto, sua safadinha! - ele disse e eu me derreti toda, me acabando em um orgasmo delicioso.

Eu nunca havia gozado tanto em tais circunstâncias. Para retribuir-lhe o prazer que ele havia me proporcionado, pedi a ele que se sentasse, pois agora seria a minha vez de sentir o seu gosto. Ele obedeceu e eu só abri sua bermuda, abaixando sua sunga e iniciei um majestoso boquete naquele pau que mais parecia uma rocha, de tão duro.
- Chupa, sua gostosa!!! Chupa esse pau!! - ele gemia e pedia - Chupa o cacete do teu macho que tanto sonha com isso!

E quanto mais ele pedia, mais movimentos eu fazia com a boca e com as mãos naquele pau imenso. Não demorou muito e ele explodiu num gozo maravilhoso, dizendo que há muito tempo a Lia não o fazia gozar chupando o pau dele. Engoli toda a sua porra, fazendo-o sentir o próprio gosto num beijo molhado que demos em seguida. Mas ainda não estávamos satisfeitos. Eu ainda estava muito excitada, molhadinha e meladinha e o pau dele ainda estava duro! Que homem! Ele desamarrou apenas um lado do meu biquíni de lacinho e, me segurando pela cintura, me colocou sentada na mesa.

Em seguida ele tirou a sua bermuda e a sunga e começou a esfregar o pau na entradinha da minha bucetinha, que latejava pedindo que ele a penetrasse logo. Aquilo estava me enlouquecendo e eu pedi:
- Me come, seu safadooooo!! Come minha bucetinha que está pedindo o seu cacete!! Vai!!! - eu pedia completamente louca de desejo.

Tão enlouquecido quanto eu, ele meteu tudo de uma vez, me arrancando um gemido delicioso. Começou então alternando com movimentos leves e estocadas bem fortes. Me segurava apertando a minha bunda e se curvava para chupar meus seios simultaneamente. Estávamos loucos de tesão, gozamos e nossos corpos estremeceram juntos. Ele urrava enquanto gozava e eu gemia gostoso no seu ouvido.

Extasiados, nos lembramos de que a Lia nos aguardava para irmos à praia. Fomos rapidamente ao banheiro, só pra tirar o gosto de sexo que nos rodeava, trocamos mais algumas carícias e saímos. No caminho até a sua casa, fomos falando muitas sacanagens, o que prometia um próximo encontro ainda melhor do que aquele. Quando chegamos em sua casa, a Lia já estava no portão e, sem qualquer maldade, apenas exclamou:
- Dessa vez você me superou no atraso, héim, amiga?

Todos rimos e eu me desculpei, dizendo que havia perdido a hora e acordado tarde. O resto do dia transcorreu bem. Fomos a praia e depois almoçamos juntos, conforme o combinado. Mas era difícil disfarçar os olhares que eu e o Fabrício trocamos durante todo o dia, claro!

Já no final da tarde, na volta para casa, eles foram juntos me levar, mas não quiseram entrar. Porém, tudo o que eu e o Fabrício precisávamos falar, já havíamos falado e... quando menos esperávamos, rolou o segundo encontro. Mas esse.... só no próximo conto!Espero que tenham gostado e que me incentivem a escrever mais e mais. E fatos verídicos, pois estes excitam muito mais os leitores! Beijos à todos e aguardem o próximo, ok?

Dividiu a esposa com a galera

     Mulher exibicionista, marido voyeur. 
     Essa era a melhor definição para Paulo e Flávia, um jovem casal de cerca de vinte e cinco anos que eu conheci há alguns anos atrás, quando ainda trabalhava no Rio de Janeiro. Paulo e eu trabalhávamos em uma repartição pública, um emprego ruim e que pagava mal, mas que tinha suas compensações. O pessoal que trabalhava lá era muito legal e a gente sempre marcava para ir a algum bar para beber quando saíamos do escritório. Quase todos os sábados Paulo chamava os amigos, cerca de sete ou oito pessoas, para fazer um churrasco na casa dele. Os churrascos eram sempre animados, com muita carne e cerveja, mas não ia nenhuma mulher.  
A única mulher que sempre estava lá era a esposa de Paulo. Flávia era uma loira boazuda de um metro e setenta de altura, com o cabelo comprido encaracolado que descia até a sua cintura. Ela tinha uma bunda espetacular, uns peitões enormes e umas coxas tão grossas que até hoje me deixam de pau duro. Ela deixava a galera babando toda vez que passava, mas ninguém dava bandeira, porque, afinal de contas, éramos todos hóspedes e respeitávamos Paulo.

Depois de algum tempo, comecei a perceber que Paulo gostava que a mulher fosse desejada pelos amigos. Ele incentivava a esposa a vestir roupas provocantes e toda vez que aparecíamos por lá Flávia estava com uma roupa menor. No início ela usava uma camiseta e um short comportado e depois passou a usar tops minúsculos bem decotados e shorts cada vez mais curtos, daqueles que se enfiam no rabo e deixam as polpas da bunda do lado de fora. Combinando com a tara do marido, Flávia também se excitava ao provocar os homens. Ela adorava circular no meio da galera vestida com aquelas roupinhas e esbarrar "sem querer" com alguma parte íntima do seu corpo em nós. Paulo se divertia, de longe, ao ver a sua esposa ser alvo de tantos olhares que, com o passar do tempo, estavam se tornando cada vez mais indiscretos. E Paulo ainda comentava com o pessoal: "Estão vendo minha esposa? Ela está uma maravilha hoje, não é?". Todos concordavam envergonhados, mas cheios de tesão. E Flávia ainda fazia brincadeiras com a gente do tipo: "Vai precisar de maminha para esse churrasco? Se tiver, eu tenho aqui", ou então "Alguém vai assar lombo? Se forem assar me avisem porque eu não quero perder nada", e ainda mais: "Tô doida por uma picanha hoje, será que alguém pode me ajudar?". Todos riam bastante com ela, mas no fundo estavam todos querendo comer aquela deusa loira e gostosa.
A situação foi ficando cada vez mais escrachada. Flávia não fechava mais a porta quando ia ao banheiro. Várias vezes algum dos homens a pegou tomando banho nua ou trocando de roupa. Ela, fingindo que nada estava acontecendo, começava a conversar com o cara, deixando-o mais envergonhado ainda. Depois eu fui descobrir que essa era a maior fantasia do casal: eles há muito tempo transavam imaginado uma suruba onde muitos homens comeriam Flávia o dia inteiro.
Havia uma piscina na casa de Paulo e, com a chegada do verão, todos ficavam de sunga. Não é preciso nem dizer que Paulo comprou para Flávia o mais ínfimo biquíni que pôde encontrar. E ela o usava com muito orgulho do corpo escultural que a natureza lhe deu. Se a mulher antes provocava os homens, agora então era abuso: começou a fazer topless e ninguém mais escondia o pau duro nem as olhadas quando a loira estava por perto. Ela também olhava para os nossos paus e ria, soltando piadinhas: "Pelo que eu estou vendo, eu devo estar muito gostosa hoje". Paulo achava isso o máximo e ainda apontava a mulher para os amigos: "Ela hoje está demais, olha só! Que tesão de mulher eu tenho!". Flávia passava por entre nós usando apenas a parte de baixo do biquíni e se roçava em todo mundo quando passava. O assunto no escritório não era outro: todo mundo queria ir à casa do Paulo para ver o monumento que todos falavam. Paulo sabia da fama que a mulher estava adquirindo, mas não impedia ninguém de aparecer por lá. Até que um dia, quando havia cerca de quinze homens na casa, aconteceu o que eu nunca imaginei nem nos meus mais loucos momentos de tesão.
Flávia se comportou como todos os outros dias, mesmo com pessoas novas na casa. Trocou de roupa na frente de todos, fez topless sem nenhuma preocupação e ficou olhando para o pau dos homens. Ela estava deitada com a barriga para cima, tomando sol, quando Paulo foi até ela e, de pé, botou o pau para fora e mandou ela chupar. Como se já estivesse esperando por isso, Flávia se ajoelhou sorridente e engoliu o membro ereto do marido, chupando como eu só havia visto as profissionais fazerem. Enquanto chupava, foi tirando o biquíni lentamente e os pêlos claros foram surgindo, para o desesespero da galera. O bundão espetacular da loira estava agora totalmente nu, exibido sem pudor para a platéia animada. Um círculo se formou ao redor do casal e todos viram Flávia completamente nua oferecer-se, de quatro, para o marido. Paulo não demorou e comeu a esposa na frente de todos. Muitos já tinham colocado o pau para fora, para homenagear com uma bronha a situação inusitada. Flávia dava gritinhos de prazer e demonstrava estar muito contente em estar fazendo aquilo. Todos já estavam pelados quando Flávia pediu ao marido: "Põe no cuzinho, meu amor, põe no cuzinho". Paulo enrabou a esposa, que passou a gritar como uma louca. Ele gozou abundantemente na bunda da mulher e saiu de perto para sentar-se em uma cadeira e assitir o espetáculo que estava prestes a acontecer. Flávia ficou de pé e, com o sêmen do marido escorrendo pelas pernas, foi em direção a um grupo de seis homens nus. Agarrou os paus que conseguiu ver e instantaneamente ela foi engolida pela multidão. Os seus seios foram mamados com volúpia, por várias bocas que ela jamais iriam reconhecer. Uma dezena de mãos ávidas percorreram o seu corpo e invadiram sua intimidade. Dedos entravam e saíam de seu cu e de sua boceta. Ela, com muito tesão, só conseguia falar: "Venham, me comam. Todos vocês, me comam".
Deitamos Flávia numa mesa que era usada para servir o almoço. A mesa tinha a altura certa: arreganhada de barriga para cima, Flávia ficava com a boceta na altura dos nossos paus e, pelo outro lado, conseguia chupar todos que se apresentassem com o pau na sua cara. Ganhava uma boa punheta quem conseguia colocar o pau em alguma das mãos da loira. Uns sete homens se aglomeraram em torno de sua boceta e ficaram revezando, comendo-a sem parar. Na boca, ela revezava o boquete em mais uns cinco. Quem não comia ou era chupado ficava circulando ao redor da mesa, mamando os peitos dela ou passando o pau e as mãos nas coxas e no resto do corpo. Paulo, de pau duro novamente, observava de longe, sentado em uma cadeira, batendo uma punheta. Ficamos assim aproximadamente por uma hora sem parar e Flávia ainda não tinha dado mostras de que queria parar, apesar de já ter gozado duas vezes. Era tanta gente que demorou quase vinte minutos para eu poder dar a primeira bombada na boceta que eu sempre desejei. E, mal tinha dado quatro ou cinco estocadas, outro homem tomou meu lugar.
Alguns homens já haviam gozado e Flávia já estava com o rosto e com os seios melados de esperma quando a viramos de bruços. Ela ficou com a bundona exposta para a galera. Continuamos comendo ela e ela continuou chupando todo mundo. Quando o primeiro tentou meter no cu, ela gritou: "No cu só se o Paulo deixar! Pede para ele!". Todos viraram para Paulo, inclusive eu, e pedimos o cu da esposa dele. Ele, com muito tesão, autorizou, mas com uma condição: se um comesse, todo mundo iria comer. Flávia ficou com medo da mega enrabada, mas topou. Seguiu-se mais uma hora de sexo sem parar. Alguns homens deitaram na mesa e ela montou neles para foder com a boceta enquanto dava o cu. Formou vários pares para a dupla penetração enquanto pagava boquete. A loira atingiu o orgasmo mais três vezes. O pessoal começou a gozar: foram incontáveis jatos de sêmen. Várias ejaculações a atingiam no rosto em cheio, na boca e no seios. Outros gozavam dentro do cu ou da boceta. Alguns conseguiram dar duas e Flávia acabou a farra completamente lambuzada. O pessoal se afastou, vencido pela foda. Paulo se aproximou e comeu a mulher mais uma vez. Ela gozou com o marido e ele ejaculou na cara dela.
Depois disso, ficamos na casa até a noite e Flávia não se vestiu. De vez em quando, dava para um ou para dois, mas a suruba com todo mundo junto não se repetiu. Ficamos visitando a casa de Paulo durante quase três meses depois disso e fazíamos sempre uma boa suruba, mas já havia uma seleção maior: nunca tinha mais de dez homens com a gente. Eles saíram do Rio e hoje não sei onde moram, 

Dividiu a esposa com a galera

     Mulher exibicionista, marido voyeur. 
     Essa era a melhor definição para Paulo e Flávia, um jovem casal de cerca de vinte e cinco anos que eu conheci há alguns anos atrás, quando ainda trabalhava no Rio de Janeiro. Paulo e eu trabalhávamos em uma repartição pública, um emprego ruim e que pagava mal, mas que tinha suas compensações. O pessoal que trabalhava lá era muito legal e a gente sempre marcava para ir a algum bar para beber quando saíamos do escritório. Quase todos os sábados Paulo chamava os amigos, cerca de sete ou oito pessoas, para fazer um churrasco na casa dele. Os churrascos eram sempre animados, com muita carne e cerveja, mas não ia nenhuma mulher.  
A única mulher que sempre estava lá era a esposa de Paulo. Flávia era uma loira boazuda de um metro e setenta de altura, com o cabelo comprido encaracolado que descia até a sua cintura. Ela tinha uma bunda espetacular, uns peitões enormes e umas coxas tão grossas que até hoje me deixam de pau duro. Ela deixava a galera babando toda vez que passava, mas ninguém dava bandeira, porque, afinal de contas, éramos todos hóspedes e respeitávamos Paulo.

Depois de algum tempo, comecei a perceber que Paulo gostava que a mulher fosse desejada pelos amigos. Ele incentivava a esposa a vestir roupas provocantes e toda vez que aparecíamos por lá Flávia estava com uma roupa menor. No início ela usava uma camiseta e um short comportado e depois passou a usar tops minúsculos bem decotados e shorts cada vez mais curtos, daqueles que se enfiam no rabo e deixam as polpas da bunda do lado de fora. Combinando com a tara do marido, Flávia também se excitava ao provocar os homens. Ela adorava circular no meio da galera vestida com aquelas roupinhas e esbarrar "sem querer" com alguma parte íntima do seu corpo em nós. Paulo se divertia, de longe, ao ver a sua esposa ser alvo de tantos olhares que, com o passar do tempo, estavam se tornando cada vez mais indiscretos. E Paulo ainda comentava com o pessoal: "Estão vendo minha esposa? Ela está uma maravilha hoje, não é?". Todos concordavam envergonhados, mas cheios de tesão. E Flávia ainda fazia brincadeiras com a gente do tipo: "Vai precisar de maminha para esse churrasco? Se tiver, eu tenho aqui", ou então "Alguém vai assar lombo? Se forem assar me avisem porque eu não quero perder nada", e ainda mais: "Tô doida por uma picanha hoje, será que alguém pode me ajudar?". Todos riam bastante com ela, mas no fundo estavam todos querendo comer aquela deusa loira e gostosa.
A situação foi ficando cada vez mais escrachada. Flávia não fechava mais a porta quando ia ao banheiro. Várias vezes algum dos homens a pegou tomando banho nua ou trocando de roupa. Ela, fingindo que nada estava acontecendo, começava a conversar com o cara, deixando-o mais envergonhado ainda. Depois eu fui descobrir que essa era a maior fantasia do casal: eles há muito tempo transavam imaginado uma suruba onde muitos homens comeriam Flávia o dia inteiro.
Havia uma piscina na casa de Paulo e, com a chegada do verão, todos ficavam de sunga. Não é preciso nem dizer que Paulo comprou para Flávia o mais ínfimo biquíni que pôde encontrar. E ela o usava com muito orgulho do corpo escultural que a natureza lhe deu. Se a mulher antes provocava os homens, agora então era abuso: começou a fazer topless e ninguém mais escondia o pau duro nem as olhadas quando a loira estava por perto. Ela também olhava para os nossos paus e ria, soltando piadinhas: "Pelo que eu estou vendo, eu devo estar muito gostosa hoje". Paulo achava isso o máximo e ainda apontava a mulher para os amigos: "Ela hoje está demais, olha só! Que tesão de mulher eu tenho!". Flávia passava por entre nós usando apenas a parte de baixo do biquíni e se roçava em todo mundo quando passava. O assunto no escritório não era outro: todo mundo queria ir à casa do Paulo para ver o monumento que todos falavam. Paulo sabia da fama que a mulher estava adquirindo, mas não impedia ninguém de aparecer por lá. Até que um dia, quando havia cerca de quinze homens na casa, aconteceu o que eu nunca imaginei nem nos meus mais loucos momentos de tesão.
Flávia se comportou como todos os outros dias, mesmo com pessoas novas na casa. Trocou de roupa na frente de todos, fez topless sem nenhuma preocupação e ficou olhando para o pau dos homens. Ela estava deitada com a barriga para cima, tomando sol, quando Paulo foi até ela e, de pé, botou o pau para fora e mandou ela chupar. Como se já estivesse esperando por isso, Flávia se ajoelhou sorridente e engoliu o membro ereto do marido, chupando como eu só havia visto as profissionais fazerem. Enquanto chupava, foi tirando o biquíni lentamente e os pêlos claros foram surgindo, para o desesespero da galera. O bundão espetacular da loira estava agora totalmente nu, exibido sem pudor para a platéia animada. Um círculo se formou ao redor do casal e todos viram Flávia completamente nua oferecer-se, de quatro, para o marido. Paulo não demorou e comeu a esposa na frente de todos. Muitos já tinham colocado o pau para fora, para homenagear com uma bronha a situação inusitada. Flávia dava gritinhos de prazer e demonstrava estar muito contente em estar fazendo aquilo. Todos já estavam pelados quando Flávia pediu ao marido: "Põe no cuzinho, meu amor, põe no cuzinho". Paulo enrabou a esposa, que passou a gritar como uma louca. Ele gozou abundantemente na bunda da mulher e saiu de perto para sentar-se em uma cadeira e assitir o espetáculo que estava prestes a acontecer. Flávia ficou de pé e, com o sêmen do marido escorrendo pelas pernas, foi em direção a um grupo de seis homens nus. Agarrou os paus que conseguiu ver e instantaneamente ela foi engolida pela multidão. Os seus seios foram mamados com volúpia, por várias bocas que ela jamais iriam reconhecer. Uma dezena de mãos ávidas percorreram o seu corpo e invadiram sua intimidade. Dedos entravam e saíam de seu cu e de sua boceta. Ela, com muito tesão, só conseguia falar: "Venham, me comam. Todos vocês, me comam".
Deitamos Flávia numa mesa que era usada para servir o almoço. A mesa tinha a altura certa: arreganhada de barriga para cima, Flávia ficava com a boceta na altura dos nossos paus e, pelo outro lado, conseguia chupar todos que se apresentassem com o pau na sua cara. Ganhava uma boa punheta quem conseguia colocar o pau em alguma das mãos da loira. Uns sete homens se aglomeraram em torno de sua boceta e ficaram revezando, comendo-a sem parar. Na boca, ela revezava o boquete em mais uns cinco. Quem não comia ou era chupado ficava circulando ao redor da mesa, mamando os peitos dela ou passando o pau e as mãos nas coxas e no resto do corpo. Paulo, de pau duro novamente, observava de longe, sentado em uma cadeira, batendo uma punheta. Ficamos assim aproximadamente por uma hora sem parar e Flávia ainda não tinha dado mostras de que queria parar, apesar de já ter gozado duas vezes. Era tanta gente que demorou quase vinte minutos para eu poder dar a primeira bombada na boceta que eu sempre desejei. E, mal tinha dado quatro ou cinco estocadas, outro homem tomou meu lugar.
Alguns homens já haviam gozado e Flávia já estava com o rosto e com os seios melados de esperma quando a viramos de bruços. Ela ficou com a bundona exposta para a galera. Continuamos comendo ela e ela continuou chupando todo mundo. Quando o primeiro tentou meter no cu, ela gritou: "No cu só se o Paulo deixar! Pede para ele!". Todos viraram para Paulo, inclusive eu, e pedimos o cu da esposa dele. Ele, com muito tesão, autorizou, mas com uma condição: se um comesse, todo mundo iria comer. Flávia ficou com medo da mega enrabada, mas topou. Seguiu-se mais uma hora de sexo sem parar. Alguns homens deitaram na mesa e ela montou neles para foder com a boceta enquanto dava o cu. Formou vários pares para a dupla penetração enquanto pagava boquete. A loira atingiu o orgasmo mais três vezes. O pessoal começou a gozar: foram incontáveis jatos de sêmen. Várias ejaculações a atingiam no rosto em cheio, na boca e no seios. Outros gozavam dentro do cu ou da boceta. Alguns conseguiram dar duas e Flávia acabou a farra completamente lambuzada. O pessoal se afastou, vencido pela foda. Paulo se aproximou e comeu a mulher mais uma vez. Ela gozou com o marido e ele ejaculou na cara dela.
Depois disso, ficamos na casa até a noite e Flávia não se vestiu. De vez em quando, dava para um ou para dois, mas a suruba com todo mundo junto não se repetiu. Ficamos visitando a casa de Paulo durante quase três meses depois disso e fazíamos sempre uma boa suruba, mas já havia uma seleção maior: nunca tinha mais de dez homens com a gente. Eles saíram do Rio e hoje não sei onde moram, 

Dois safados comendo minha mulher Carla

Dois safados comendo minha mulher Carla Sou casado com uma linda mulher chamada Carla. Ela é loira, estatura média, seios grandes e um...