POR QUE O SEXO COM OUTRO HOMEM É TÃO "DIFERENTE"?

POR QUE O SEXO COM OUTRO HOMEM É TÃO "DIFERENTE"?
Quer os fatos?Quem não foi, ou não é corno ainda, realmente não tem como saber na prática, mas quem é ou foi, sabe o que vou dizer: Sua mulher é outra, completamente diferente, quando está na cama com um homem estranho, ou diferente de você.

Especialmente se vocês já estão juntos há muito tempo, você ficaria surpreso em ver como ela se comporta diante da “pegada diferente” de outro cara. Talvez ela nunca tenha gostado de ser pega “com força”, ou nunca tenha apreciado o cabelo sendo puxado,um um belo tapa na cara, ou na bunda. Mas de repente, nas mãos daquele cara que ela mal conhece, fica toda molhada, molinha e excitada com cada puxão! 
Pois é, outro homem, outro desafio, a importância de sentir-se possuída, seduzida, conduzida. Uma coisa que com o marido, namorado ou noivo, já não ativa mais os instintos, pois ele é área conquistada. Ou outro, o estranho, é área a ser explorada, portanto, os instintos ativam de forma diferente. 
Aquele orgasmo que o marido, namorado, noivo, levam tanto tempo pra fazê-la atingir (quando conseguem, pois muitos sequer chegam a provocar sensações tão fortes!), parece acontecer com tanta facilidade com aquele cara diferente entre as pernas… 
Afinal, salvo se ele for um completo idiota na cama (e comedores geralmente são bons amantes, né?), independente do tamanho, grossura ou vigor do pênis dele, ele já leva uma total e completa vantagem sobre você, que está com ela há tanto tempo: Ele é outro homem. Tem outro pênis, outro cheiro, outro jeito, provoca outras sensações. Só isso já abre as portas dos sentidos dela, coisa que você, depois de um tempo, não consegue mais. 
E mesmo que com você, com quem ela está há tanto tempo, ela nem tenha mais o hábito de fazer um gostoso sexo oral, saiba: Ela vai devorar o membro de outro homem com um tesão e um prazer que você nem lembrava que ela era capaz de sentir. Se é que já viu ela assim um dia! 
Mais uma vez, o fator “outro pênis” aparece. Outro gosto, outra textura, outro macho. Outros feromônios que provocam nela a necessidade de virar uma fêmea faminta e deliciosa. Afinal, das duas uma: 1. Ela quer que aconteça de novo, portanto, que ele fique encantado com suas habilidades; ou, 2. Ela quer que seja uma vez e nada mais, portanto, que seja tão marcante que não saia mais da memória dele, nem das lembranças dela.Ela vai mamar com a sede de um bezerrinho faminto e pedir porra.
A facilidade com que ela se excita e se deixa levar para a cama com um estranho, em especial se não pretende ter com ele um relacionamento mais profundo, é muito grande. Até as preliminares, que ela exige do companheiro como um ritual interminável, com o amante é quase dispensável. 
O simples fato de ele ser o amante, já deixa ela pronta para ele desde o momento em que passou o batom na boca para encontrá-lo. Ou que bateu os olhos nele, se o encontrou casualmente!Ela não vai precisar de nada especial. Uma simples “oportunidade”, e ela está arrancando as roupas para dar pra ele. 
Uma puta nas mãos dele.Pois é, é assim que ela quer, na verdade, se sentir. Nem que seja só na cama. Afinal, carinho, amor, respeito, consideração, atenção e chamegos, ela já tem de você, que é o companheiro que deve isso a ela. As coisas que ela exige de você, jamais exigirá dele. 
la pode nunca ter gostado de ser gozada no rosto (especialmente nos cabelos, elas ficam loucas da vida quando o marido estraga a chapinha!), pode ter sempre deixado claro que “nada de ejacular na sua linda e higiênica boquinha”… Mas quando vir aquele macho que o destino colocou entre as pernas dela casualmente, belo, charmoso, quente, pulsando com o membro pronto pra explodir num jorro de gozo fruto do prazer que ela mesma proporcionou… Ela quer este troféu. E aceitará por onde vier. 
Seja no rosto, ou nos seios, ou na boca, se era ali que ele estava sentindo prazer. Se der, ela engole, se não conseguir, baba. Mas não vai desprezar, é o prêmio maior que ela ganha, por ser irresistível. E ela sente e sabe disso. 

Se estava dentro, no afã, que seja, inunde seu corpo. Haja calcinha molhada depois, ou absorvente pra secar tudo o que vai escorrer no resto do dia. Ou haja marido consciênte, fazendo seu papel amável de “limpar a casa que o visitante bagunçou”.Haja pilula do dia seguinte, ou preocupação até saber que “ficou tudo bem”. Mas mesmo diante de tudo isso, a sensação que ela levará é: “valeu à pena”.

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