O marido da minha amiga me comeu na minha casa

Olá a todos! É a primeira vez que escrevo algo tão pessoal da minha vida, mas de tanto ler e me excitar com as estórias de sexo que leio, achei que seria legal relatar este fato que me aconteceu. Bom, deixa eu me apresentar: meu nome é Daniela, tenho 27 anos, casada e muito feliz no casamento. Sou morena (sempre bronzeada), corpo esculpido com muita malhação, seios médios e tenho a bundinha bem arrebitada.

Agora vamos ao que interessa! Como já disse, sou casada e meu marido, o Paulo, é lindo, maravilhoso e saudável. Na cama, ele inventa uma fantasia a cada dia, me satisfazendo cada vez mais! Só que eu sou muito safada, sedenta de sexo o tempo todo. Já tive um casinho extra com um cara que conheci, mas faz muito tempo. E, quando eu menos esperava, a segunda traição de minha parte aconteceu ano passado. Foi algo natural e não pude evitar.

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O fato é que tínhamos (eu e meu marido) um casal de amigos muito chegados, o Fabrício e a Lia. Sempre saíamos juntos e eles estavam sempre em nossa casa e vice-versa. Eu já havia percebido em várias ocasiões que o Fabrício me olhava de uma forma gulosa, como se quisesse testar o meu tesão. Ele era um belo homem e despertava o tesão de qualquer mulher. Era moreno, de pele clara, olhos cor de mel, cabelo raspadinho, belas pernas e uma bunda... Huummmm!! Que delícia.

Eu sempre correspondia aos olhares maldosos dele, tentando disfarçar a excitação a cada olhada. Cada vez que saíamos juntos, nós quatro, era uma sensação indescritível. Eu sentia um calor por dentro que era uma loucura! E o melhor, eu sabia que era correspondida. Depois de um certo tempo, fui percebendo que ele ia além de olhares promissores e suas investidas eram ainda mais audaciosas.
Comecei a perceber isso no réveillon do ano passado, onde fomos os quatro e mais alguns amigos, para uma praia da zona sul do Rio. Eu usava um vestido branco, que ficou transparente depois que me molhei um pouco no mar. Na hora da virada, em meio àqueles fogos e aos cumprimentos dos amigos, ele veio falar comigo, desejando um feliz ano novo e dizendo que esperava que nesse ano um grande desejo dele e meu fosse realizado.
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Achei graça daquela ironia. Achei que era efeito da bebida que todos nós já havíamos consumido. Mas pude sentir o volume do pau dele bem próximo a minha bucetinha. Fiquei muito excitada! Tive que dar boas sarradas no meu marido pra me acalmar. Desse dia em diante, ele sempre falava uma gracinha, jogando charme pra mim, mesmo quando estava sóbrio, me provando que estava consciente do que havia dito no réveillon.

No meu aniversário, em abril, ele e a mulher vieram à nossa casa. O presente deles foi uma belíssima lingerie, que segundo a própria Lia, foi ele quem comprou porque ela estava sem tempo e ele levava jeito pra isso por comprar sempre pra ela. Como eu já esperava, na primeira oportunidade ele falou quase sussurrando no meu ouvido:
- Quero vê-la usando o meu presente!
Dei apenas um sorrisinho sacana e ele entendeu.

E assim suas investidas foram ganhando cada vez mais audácia. Até que em maio, meu marido precisou passar 5 dias fora do Rio, numa viagem de negócios. Como o Fabrício e a Lia sempre estavam conosco, eles se colocaram à disposição para me fazer companhia durante este período em que o Paulo estivesse viajando. Ele foi numa quinta-feira e só voltaria na terça-feira seguinte. No sábado, o Fabrício e a Lia me ligaram, convidando para ir com eles à praia no domingo e depois almoçarmos juntos.

Achei a ideia ótima, mas disse que estava sem carro, pois o Paulo havia viajado com o meu, já que o dele estava na oficina. A Lia prontamente disse que iriam me buscar no horário combinado. Passei o sábado fantasiando mil coisas com aquele belo homem, marido de minha amiga, sabendo que não passaria de fantasias. Mas aqueles belos olhos, que tanto me apreciavam me deixavam louca de tesão e não estava sendo fácil resistir.

Fui ao salão e me depilei por completa. Pois bem. Havíamos combinado às 9h da manhã, e conforme eu disse, eles viriam me buscar em minha casa. Para minha surpresa, às 8:50h, meu telefone toca e era a Lia, avisando que o Fabrício estava vindo me buscar porque ela, como sempre, havia se atrasado e não queria que eu ficasse esperando. Perguntei se ele já havia saído de casa e ela respondeu que sim.
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Pensei rápido (já prevendo que alguma coisa poderia acontecer) e respondi que ele que iria me esperar um pouquinho, pois eu também havia me atrasado! Rimos e ela disse que não haveria problema, pois assim daria tempo de ela ajeitar suas coisas com calma. Nos despedimos e desligamos o telefone, enquanto eu já imaginava: "não acredito que terei a oportunidade de ficar a sós com o Fabrício!".

Tratei de colocar meu menor e mais sexy biquíni, sem saia ou short por cima. Só o biquíni mesmo! Passados uns 15 minutos, ele buzinou em meu portão e, percebendo que eu não o atendi, tocou meu interfone. Eu atendi e pedi que entrasse, pois eu estava terminando de me arrumar. Sem titubear, ele fechou o carro e entrou. A porta da sala estava aberta, e eu na cozinha, enchendo a garrafa térmica de água e gelo para levar pra praia.

- Tô entrando, héim! - ele disse ao entrar.
- Entra, Fabrício! Tô aqui na cozinha! - respondi.
Quando ele entrou na cozinha e me viu vestida daquela maneira, veio me cumprimentar com um beijinho safado no rosto.
- Que isso?! Tudo pra ir comigo à praia? - disse ele quase sussurrando.
- Com você e sua esposa, seu bobo! - eu respondi, com um sorrisinho no rosto.

Rimos da brincadeira. Pedi desculpas pelo atraso, e ele disse que esperaria o tempo que fosse necessário, devido a visão que tinha. Mais uma vez rimos. Ele vestia apenas uma bermuda, sem camisa. Eu já estava muito excitada, tanto por ver aquele homem maravilhoso na minha frente, como por estar me exibindo pra ele, deixando-o louco de tesão. Perdi a noção e comecei a me exibir cada vez mais, empinando a bunda para pegar alguns objetos, passando bem perto dele.

Até que percebi o volume do seu pau ereto sob sua bermuda.
- Olha o que você faz comigo, Daniela! - disse ele, bem sacana, ao ver que eu havia percebido sua pica bem dura.
- Mas eu não fiz nada! - respondi sorrindo e pensei: "Ainda...!".
Foi quando ele, vendo que eu cederia a primeira cantada, disse:
- Você sabe que eu sou louco de tesão por você, não sabe? Sabe que por diversas vezes vou pra cama com a Lia fantasiando você comigo, não sabe?

Enquanto ele dizia isso, se aproximava com olhos gulosos pra cima de mim. Eu não me fiz de rogada, e com a bucetinha toda molhadinha, pulsando de tanto tesão, correspondi ao delicioso beijo que ele me deu. Como beijava bem aquele homem! Enquanto nos beijávamos calorosamente, suas mãos percorriam todo o meu corpo e as minhas faziam o mesmo no corpo dele. Nossa!! Como era gostoso sentir aquelas mãos nas minhas costas, na minha bunda gostosa, na minha barriga, nos meus seios.

Logo a mão dele chegou até a minha bucetinha, que ele começou a acariciar ainda por cima do biquini. Ele levantou a parte de cima do meu biquíni e começou a chupar meus seios fervorosamente, enquanto com a mão direita ele acariciava minha bucetinha toda meladinha, por dentro da calcinha do biquíni. Eu me contorcia toda e pedia pra ele não parar, que eu estava adorando.

Ele foi descendo, descendo até chegar sua boca bem próxima da minha bucetinha e segurando o biquíni pro lado, começou a chupá-la de uma forma como eu nunca havia sido chupada pelo Paulo.
- Ahhhhhhh!!! Vou gozarrr, Fabrício!!! Vou gozar na sua bocaaaa!! - eu avisei que ia gozar e meu corpo começou a se tremer todo.
- Goza gostoso que eu quero sentir o seu gosto, sua safadinha! - ele disse e eu me derreti toda, me acabando em um orgasmo delicioso.

Eu nunca havia gozado tanto em tais circunstâncias. Para retribuir-lhe o prazer que ele havia me proporcionado, pedi a ele que se sentasse, pois agora seria a minha vez de sentir o seu gosto. Ele obedeceu e eu só abri sua bermuda, abaixando sua sunga e iniciei um majestoso boquete naquele pau que mais parecia uma rocha, de tão duro.
- Chupa, sua gostosa!!! Chupa esse pau!! - ele gemia e pedia - Chupa o cacete do teu macho que tanto sonha com isso!

E quanto mais ele pedia, mais movimentos eu fazia com a boca e com as mãos naquele pau imenso. Não demorou muito e ele explodiu num gozo maravilhoso, dizendo que há muito tempo a Lia não o fazia gozar chupando o pau dele. Engoli toda a sua porra, fazendo-o sentir o próprio gosto num beijo molhado que demos em seguida. Mas ainda não estávamos satisfeitos. Eu ainda estava muito excitada, molhadinha e meladinha e o pau dele ainda estava duro! Que homem! Ele desamarrou apenas um lado do meu biquíni de lacinho e, me segurando pela cintura, me colocou sentada na mesa.

Em seguida ele tirou a sua bermuda e a sunga e começou a esfregar o pau na entradinha da minha bucetinha, que latejava pedindo que ele a penetrasse logo. Aquilo estava me enlouquecendo e eu pedi:
- Me come, seu safadooooo!! Come minha bucetinha que está pedindo o seu cacete!! Vai!!! - eu pedia completamente louca de desejo.

Tão enlouquecido quanto eu, ele meteu tudo de uma vez, me arrancando um gemido delicioso. Começou então alternando com movimentos leves e estocadas bem fortes. Me segurava apertando a minha bunda e se curvava para chupar meus seios simultaneamente. Estávamos loucos de tesão, gozamos e nossos corpos estremeceram juntos. Ele urrava enquanto gozava e eu gemia gostoso no seu ouvido.

Extasiados, nos lembramos de que a Lia nos aguardava para irmos à praia. Fomos rapidamente ao banheiro, só pra tirar o gosto de sexo que nos rodeava, trocamos mais algumas carícias e saímos. No caminho até a sua casa, fomos falando muitas sacanagens, o que prometia um próximo encontro ainda melhor do que aquele. Quando chegamos em sua casa, a Lia já estava no portão e, sem qualquer maldade, apenas exclamou:
- Dessa vez você me superou no atraso, héim, amiga?

Todos rimos e eu me desculpei, dizendo que havia perdido a hora e acordado tarde. O resto do dia transcorreu bem. Fomos a praia e depois almoçamos juntos, conforme o combinado. Mas era difícil disfarçar os olhares que eu e o Fabrício trocamos durante todo o dia, claro!

Já no final da tarde, na volta para casa, eles foram juntos me levar, mas não quiseram entrar. Porém, tudo o que eu e o Fabrício precisávamos falar, já havíamos falado e... quando menos esperávamos, rolou o segundo encontro. Mas esse.... só no próximo conto! Espero que tenham gostado e que me incentivem a escrever mais e mais. E fatos verídicos, pois estes excitam muito mais os leitores! Beijos à todos e aguardem o próximo, ok?     

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