Minha esposa é a puta misteriosa dos meus amigos Conto erotico

             Minha esposa fica furiosa quando recebo fotos eróticas dos meus amigos pelo whats. Para meu azar, ela estava com meu celular quando meu colega de trabalho começou a falar da puta que estava comendo e se passou por mim estimulando que ele enviasse fotos dela e dissesse como a puta se comportava. Quando cheguei em casa ela estava querendo me matar mostrando as mensagens do meu celular e me questionando porque eu me interessava tanto por fotos de putas, se eu não era casado, se ela não me bastava, essas chantagens de mulher casada irritada… e de fato minha mulher é um tesão… morena clara alta, com cabelos longos e lisos, uns imensos seios que parecem que vão explodir de tão grandes e duros, umas coxas bem torneadas e uma bunda empinada que termina puxando os vestidos sempre para trás e deixando sua buceta depilada marcadinha.
A partir de então minha esposa começou a me mandar fotos sensuais dela, em roupas íntimas ou totalmente pelada sempre dizendo que eu não precisava receber fotos de outras putas se a mais gostosa das putas eu tinha dentro de casa. Como ela vivia reclamando que eu não achava ela atraente, que vivia olhando fotos de putas na internet, resolvi que ia premiar ela para acabar com o assunto. Temos um grupo de amigos no whats pelo qual conversamos e resolvi divulgar que tinha uma puta que eu conhecia e que era tão gostosa que me faria trair minha esposa. Como sou conhecido por ser muito fiel a gurizada enlouqueceu querendo saber quem era ela e que eu mandasse fotos dela. Comecei a mandar fotos da minha esposa em roupas íntimas ou pelada sem que ela soubesse e a gurizada babava pelas fotos. Confesso que me excitava quando meus amigos passaram a falar quase que exclusivamente do maior par de tetas do universo, da dama misteriosa do cu imenso, da xoxota misteriosa e, sempre que fazíamos um churrasco, o papo era combinarmos para pagar o que ela pedisse e deixar ela peladinha nos servindo a carne enquanto dávamos beliscões na bunda e nas tetas dela. Enlouquecia de saber do tesão que minha esposa despertava entre meus amigos.
Num belo dia revelei o que estava fazendo para a minha esposa e que o rabão dela era a foto de chamada do clube. Ela enlouqueceu de raiva e disse que, para me punir, queria que eu divulgasse que ela era a puta e que desfilaria pelada para o clube de amigos. Imaginei minha esposa toda puta sendo puxada e passando de colo em colo e isso me rendeu incontáveis punhetas. Ela, então, sempre que íamos a algum evento no qual os meus amigos estavam usava roupas decotadas, penso que para ver se algum dos meus amigos percebia que ela era a puta das fotos que eles viviam querendo comer.
Sem que eu soubesse ela acabou roubando meu celular à tarde e tirando várias fotos dela totalmente pelada, com o cu exposto para cima, com a buceta bem aberta e agarrando e lambendo seus imensos seios e enviou para os meus amigos pelo clube. Não contente com isso divulgou o número do celular dela para que os meus amigos entrassem em contato. E fez tudo isso como se eu estivesse mandando a mensagem. A puta tomou o cuidado, porém, de numa das fotos revelar detalhes do nosso quarto que sabia que nossos amigos decifrariam.
Para minha sorte os meus amigos ficaram tão enlouquecidos com o corpo dela que não parecem ter percebido que a puta é a minha esposa. Entraram em contato com ela, ela falou como se fosse puta, cobrou 500 reais por duas horas de putaria, disse para eles que daria tudo, até o cuzinho que ela nunca quis me dar e conversou no viva voz com eles enquanto eu estava no quarto com ela. Hoje meus amigos usam imagens dela pelada como papel de parede dos seus celulares e estão se organizando para marcar o dia em que comerão a mais gostosa das putas. Ainda não sei como minha esposa irá reagir na sequência, espero que tudo não continue e ela acabe com essa brincadeira, mas confesso que imaginar as tetas dela balançando entre meus amigos e ela passando de colo em colo enquanto eles passam a mão na xoxota dela me excita profundamente.
                Ola meu nome e Paulo tenho 23 anos minha esposa Mariana tem 19; quando ela era solteira fazia uns programas ate quando a gente namorava sem eu saber depois que casamos ela parou. Mas tinha uma amigo dela que conheci depois que levava a gente nos lugares e tal. A gente tava sem dinheiro ela fez a proposta não aceitei mas depois concordei mas só se fosse junto.Fomos numa balada ele levou a gente no final conversamos e fomos pro motel chegando lá ela tirou o vestido que ela tava que era bem curtinho ficou só de calcinha pois tava sem sutiã tirei a roupa também e o amigo nosso fico de cueca, meu pau tem uns 14 cm ela começo a chupa meu pau e o cara passando a pica na bunda dela dai trocamos ele tiro o pau pra fora devia te uns 23 cm e ela caiu de boca nossa fiquei louco tirei a calcinha dela e comecei a fude aquele bucetão da minha esposa… e ela mamando o cara, ela deito de barriga pra cima abriu as pernas e o cara veio mete nela, nossa ele tava louco de tesão metia forte ela gemia de dor e tesão enquanto ele comia minha esposa ela batia uma pra mim…ela tem peitos grandes bunda empinada os peitos dela
balançavam de tão forte que ele comia ela… comecei a mama nos peitos dela e ela falo baixinho no meu ouvido que ele era cliente dela quando era solteira, perguntei se ela tava com saudade do pau dele ela falo que não… dai o cara deitou e ela foi mama nele ela ficou de 4 comecei a come ela a xota tava arrombada ficamos fudendo durante 1 hora e meia mais ou menos trocando de posições quando eu tava quase gozando ela pediu pra mim goza na boca dela a puta da minha esposa engoliu tudo… gozei e fui tomar um banho deixei os dois fudendo, fiquei espiando os dois ela subiu nele e rebolava naquela pica ele mamava nos peitos dela derepente começaram a se beijar loucamente e ela rebolava muito forte bem puta mandando ele come a prostituta exclusiva dele, ele disse que ia goza segurou ela pra goza dentro ela falou que não so meu marido goza dentro e saiu de cima dele ficou de joelhos na cama e começo a masturba ele nossa ele gozo muito nela na boca no rosto escorreu nas tetas…devia esta com saudade da buceta dela era muita porra dai sai do banho e ela foi se lavar.ficamos conversando ele disse que eu era um cara sortudo de ter uma putinha em casa e que queria comer ela toda semana se eu deixasse… Ah uma coisa que não falei minha esposa tem 1,52 57 kg loira peitos grandes bunda grande empinadinha buceta lisinha e bem grande um grelo enorme…e o cuzinho ainda e virgem…

O marido da minha amiga me comeu na minha casa

Olá a todos! É a primeira vez que escrevo algo tão pessoal da minha vida, mas de tanto ler e me excitar com as estórias de sexo que leio, achei que seria legal relatar este fato que me aconteceu. Bom, deixa eu me apresentar: meu nome é Daniela, tenho 27 anos, casada e muito feliz no casamento. Sou morena (sempre bronzeada), corpo esculpido com muita malhação, seios médios e tenho a bundinha bem arrebitada.
Agora vamos ao que interessa! Como já disse, sou casada e meu marido, o Paulo, é lindo, maravilhoso e saudável. Na cama, ele inventa uma fantasia a cada dia, me satisfazendo cada vez mais! Só que eu sou muito safada, sedenta de sexo o tempo todo. Já tive um casinho extra com um cara que conheci, mas faz muito tempo. E, quando eu menos esperava, a segunda traição de minha parte aconteceu ano passado. Foi algo natural e não pude evitar.

O fato é que tínhamos (eu e meu marido) um casal de amigos muito chegados, o Fabrício e a Lia. Sempre saíamos juntos e eles estavam sempre em nossa casa e vice-versa. Eu já havia percebido em várias ocasiões que o Fabrício me olhava de uma forma gulosa, como se quisesse testar o meu tesão. Ele era um belo homem e despertava o tesão de qualquer mulher. Era moreno, de pele clara, olhos cor de mel, cabelo raspadinho, belas pernas e uma bunda... Huummmm!! Que delícia.

Eu sempre correspondia aos olhares maldosos dele, tentando disfarçar a excitação a cada olhada. Cada vez que saíamos juntos, nós quatro, era uma sensação indescritível. Eu sentia um calor por dentro que era uma loucura! E o melhor, eu sabia que era correspondida. Depois de um certo tempo, fui percebendo que ele ia além de olhares promissores e suas investidas eram ainda mais audaciosas.




Comecei a perceber isso no reveillon do ano passado, onde fomos os quatro e mais alguns amigos, para uma praia da zona sul do Rio. Eu usava um vestido branco, que ficou transparente depois que me molhei um pouco no mar. Na hora da virada, em meio àqueles fogos e aos cumprimentos dos amigos, ele veio falar comigo, desejando um feliz ano novo e dizendo que esperava que nesse ano um grande desejo dele e meu fosse realizado.

Achei graça daquela ironia. Achei que era efeito da bebida que todos nós já havíamos consumido. Mas pude sentir o volume do pau dele bem próximo a minha bucetinha. Fiquei muito excitada! Tive que dar boas sarradas no meu marido pra me acalmar. Desse dia em diante, ele sempre falava uma gracinha, jogando charme pra mim, mesmo quando estava sóbrio, me provando que estava consciente do que havia dito no reveillon.
No meu aniversário, em abril, ele e a mulher vieram à nossa casa. O presente deles foi uma belíssima lingerie, que segundo a própria Lia, foi ele quem comprou porque ela estava sem tempo e ele levava jeito pra isso por comprar sempre pra ela. Como eu já esperava, na primeira oportunidade ele falou quase sussurrando no meu ouvido:
- Quero vê-la usando o meu presente!
Dei apenas um sorrisinho sacana e ele entendeu.

E assim suas investidas foram ganhando cada vez mais audácia. Até que em maio, meu marido precisou passar 5 dias fora do Rio, numa viagem de negócios. Como o Fabrício e a Lia sempre estavam conosco, eles se colocaram à disposição para me fazer companhia durante este período em que o Paulo estivesse viajando. Ele foi numa quinta-feira e só voltaria na terça-feira seguinte. No sábado, o Fabrício e a Lia me ligaram, convidando para ir com eles à praia no domingo e depois almoçarmos juntos.

Achei a idéia ótima, mas disse que estava sem carro, pois o Paulo havia viajado com o meu, já que o dele estava na oficina. A Lia prontamente disse que iriam me buscar no horário combinado. Passei o sábado fantasiando mil coisas com aquele belo homem, marido de minha amiga, sabendo que não passaria de fantasias. Mas aqueles belos olhos, que tanto me apreciavam me deixavam louca de tesão e não estava sendo fácil resistir.
Fui ao salão e me depilei por completa. Pois bem. Havíamos combinado às 9h da manhã, e conforme eu disse, eles viriam me buscar em minha casa. Para minha surpresa, às 8:50h, meu telefone toca e era a Lia, avisando que o Fabrício estava vindo me buscar porque ela, como sempre, havia se atrasado e não queria que eu ficasse esperando. Perguntei se ele já havia saído de casa e ela respondeu que sim.

Pensei rápido (já prevendo que alguma coisa poderia acontecer) e respondi que ele que iria me esperar um pouquinho, pois eu também havia me atrasado! Rimos e ela disse que não haveria problema, pois assim daria tempo de ela ajeitar suas coisas com calma. Nos despedimos e desligamos o telefone, enquanto eu já imaginava: "não acredito que terei a oportunidade de ficar a sós com o Fabrício!".
Tratei de colocar meu menor e mais sexy biquíni, sem saia ou short por cima. Só o biquíni mesmo! Passados uns 15 minutos, ele buzinou em meu portão e, percebendo que eu não o atendi, tocou meu interfone. Eu atendi e pedi que entrasse, pois eu estava terminando de me arrumar. Sem titubear, ele fechou o carro e entrou. A porta da sala estava aberta, e eu na cozinha, enchendo a garrafa térmica de água e gelo para levar pra praia.

- Tô entrando, héim! - ele disse ao entrar.
- Entra, Fabrício! Tô aqui na cozinha! - respondi.
Quando ele entrou na cozinha e me viu vestida daquela maneira, veio me cumprimentar com um beijinho safado no rosto.
- Que isso?! Tudo pra ir comigo à praia? - disse ele quase sussurrando.
- Com você e sua esposa, seu bobo! - eu respondi, com um sorrisinho no rosto.

Rimos da brincadeira. Pedi desculpas pelo atraso, e ele disse que esperaria o tempo que fosse necessário, devido a visão que tinha. Mais uma vez rimos. Ele vestia apenas uma bermuda, sem camisa. Eu já estava muito excitada, tanto por ver aquele homem maravilhoso na minha frente, como por estar me exibindo pra ele, deixando-o louco de tesão. Perdi a noção e comecei a me exibir cada vez mais, empinando a bunda para pegar alguns objetos, passando bem perto dele.

Até que percebi o volume do seu pau ereto sob sua bermuda.
- Olha o que você faz comigo, Daniela! - disse ele, bem sacana, ao ver que eu havia percebido sua pica bem dura.
- Mas eu não fiz nada! - respondi sorrindo e pensei: "Ainda...!".
Foi quando ele, vendo que eu cederia a primeira cantada, disse:
- Você sabe que eu sou louco de tesão por você, não sabe? Sabe que por diversas vezes vou pra cama com a Lia fantasiando você comigo, não sabe?

Enquanto ele dizia isso, se aproximava com olhos gulosos pra cima de mim. Eu não me fiz de rogada, e com a bucetinha toda molhadinha, pulsando de tanto tesão, correspondi ao delicioso beijo que ele me deu. Como beijava bem aquele homem! Enquanto nos beijávamos calorosamente, suas mãos percorriam todo o meu corpo e as minhas faziam o mesmo no corpo dele. Nossa!! Como era gostoso sentir aquelas mãos nas minhas costas, na minha bunda gostosa, na minha barriga, nos meus seios.

Logo a mão dele chegou até a minha bucetinha, que ele começou a acariciar ainda por cima do biquini. Ele levantou a parte de cima do meu biquíni e começou a chupar meus seios fervorosamente, enquanto com a mão direita ele acariciava minha bucetinha toda meladinha, por dentro da calcinha do biquíni. Eu me contorcia toda e pedia pra ele não parar, que eu estava adorando.

Ele foi descendo, descendo até chegar sua boca bem próxima da minha bucetinha e segurando o biquíni pro lado, começou a chupá-la de uma forma como eu nunca havia sido chupada pelo Paulo.
- Ahhhhhhh!!! Vou gozarrr, Fabrício!!! Vou gozar na sua bocaaaa!! - eu avisei que ia gozar e meu corpo começou a se tremer todo.
- Goza gostoso que eu quero sentir o seu gosto, sua safadinha! - ele disse e eu me derreti toda, me acabando em um orgasmo delicioso.

Eu nunca havia gozado tanto em tais circunstâncias. Para retribuir-lhe o prazer que ele havia me proporcionado, pedi a ele que se sentasse, pois agora seria a minha vez de sentir o seu gosto. Ele obedeceu e eu só abri sua bermuda, abaixando sua sunga e iniciei um majestoso boquete naquele pau que mais parecia uma rocha, de tão duro.
- Chupa, sua gostosa!!! Chupa esse pau!! - ele gemia e pedia - Chupa o cacete do teu macho que tanto sonha com isso!

E quanto mais ele pedia, mais movimentos eu fazia com a boca e com as mãos naquele pau imenso. Não demorou muito e ele explodiu num gozo maravilhoso, dizendo que há muito tempo a Lia não o fazia gozar chupando o pau dele. Engoli toda a sua porra, fazendo-o sentir o próprio gosto num beijo molhado que demos em seguida. Mas ainda não estávamos satisfeitos. Eu ainda estava muito excitada, molhadinha e meladinha e o pau dele ainda estava duro! Que homem! Ele desamarrou apenas um lado do meu biquíni de lacinho e, me segurando pela cintura, me colocou sentada na mesa.

Em seguida ele tirou a sua bermuda e a sunga e começou a esfregar o pau na entradinha da minha bucetinha, que latejava pedindo que ele a penetrasse logo. Aquilo estava me enlouquecendo e eu pedi:
- Me come, seu safadooooo!! Come minha bucetinha que está pedindo o seu cacete!! Vai!!! - eu pedia completamente louca de desejo.

Tão enlouquecido quanto eu, ele meteu tudo de uma vez, me arrancando um gemido delicioso. Começou então alternando com movimentos leves e estocadas bem fortes. Me segurava apertando a minha bunda e se curvava para chupar meus seios simultaneamente. Estávamos loucos de tesão, gozamos e nossos corpos estremeceram juntos. Ele urrava enquanto gozava e eu gemia gostoso no seu ouvido.

Extasiados, nos lembramos de que a Lia nos aguardava para irmos à praia. Fomos rapidamente ao banheiro, só pra tirar o gosto de sexo que nos rodeava, trocamos mais algumas carícias e saímos. No caminho até a sua casa, fomos falando muitas sacanagens, o que prometia um próximo encontro ainda melhor do que aquele. Quando chegamos em sua casa, a Lia já estava no portão e, sem qualquer maldade, apenas exclamou:
- Dessa vez você me superou no atraso, héim, amiga?

Todos rimos e eu me desculpei, dizendo que havia perdido a hora e acordado tarde. O resto do dia transcorreu bem. Fomos a praia e depois almoçamos juntos, conforme o combinado. Mas era difícil disfarçar os olhares que eu e o Fabrício trocamos durante todo o dia, claro!

Já no final da tarde, na volta para casa, eles foram juntos me levar, mas não quiseram entrar. Porém, tudo o que eu e o Fabrício precisávamos falar, já havíamos falado e... quando menos esperávamos, rolou o segundo encontro. Mas esse.... só no próximo conto!Espero que tenham gostado e que me incentivem a escrever mais e mais. E fatos verídicos, pois estes excitam muito mais os leitores! Beijos à todos e aguardem o próximo, ok?

Dividiu a esposa com a galera

     Mulher exibicionista, marido voyeur. 
     Essa era a melhor definição para Paulo e Flávia, um jovem casal de cerca de vinte e cinco anos que eu conheci há alguns anos atrás, quando ainda trabalhava no Rio de Janeiro. Paulo e eu trabalhávamos em uma repartição pública, um emprego ruim e que pagava mal, mas que tinha suas compensações. O pessoal que trabalhava lá era muito legal e a gente sempre marcava para ir a algum bar para beber quando saíamos do escritório. Quase todos os sábados Paulo chamava os amigos, cerca de sete ou oito pessoas, para fazer um churrasco na casa dele. Os churrascos eram sempre animados, com muita carne e cerveja, mas não ia nenhuma mulher.  
A única mulher que sempre estava lá era a esposa de Paulo. Flávia era uma loira boazuda de um metro e setenta de altura, com o cabelo comprido encaracolado que descia até a sua cintura. Ela tinha uma bunda espetacular, uns peitões enormes e umas coxas tão grossas que até hoje me deixam de pau duro. Ela deixava a galera babando toda vez que passava, mas ninguém dava bandeira, porque, afinal de contas, éramos todos hóspedes e respeitávamos Paulo.

Depois de algum tempo, comecei a perceber que Paulo gostava que a mulher fosse desejada pelos amigos. Ele incentivava a esposa a vestir roupas provocantes e toda vez que aparecíamos por lá Flávia estava com uma roupa menor. No início ela usava uma camiseta e um short comportado e depois passou a usar tops minúsculos bem decotados e shorts cada vez mais curtos, daqueles que se enfiam no rabo e deixam as polpas da bunda do lado de fora. Combinando com a tara do marido, Flávia também se excitava ao provocar os homens. Ela adorava circular no meio da galera vestida com aquelas roupinhas e esbarrar "sem querer" com alguma parte íntima do seu corpo em nós. Paulo se divertia, de longe, ao ver a sua esposa ser alvo de tantos olhares que, com o passar do tempo, estavam se tornando cada vez mais indiscretos. E Paulo ainda comentava com o pessoal: "Estão vendo minha esposa? Ela está uma maravilha hoje, não é?". Todos concordavam envergonhados, mas cheios de tesão. E Flávia ainda fazia brincadeiras com a gente do tipo: "Vai precisar de maminha para esse churrasco? Se tiver, eu tenho aqui", ou então "Alguém vai assar lombo? Se forem assar me avisem porque eu não quero perder nada", e ainda mais: "Tô doida por uma picanha hoje, será que alguém pode me ajudar?". Todos riam bastante com ela, mas no fundo estavam todos querendo comer aquela deusa loira e gostosa.
A situação foi ficando cada vez mais escrachada. Flávia não fechava mais a porta quando ia ao banheiro. Várias vezes algum dos homens a pegou tomando banho nua ou trocando de roupa. Ela, fingindo que nada estava acontecendo, começava a conversar com o cara, deixando-o mais envergonhado ainda. Depois eu fui descobrir que essa era a maior fantasia do casal: eles há muito tempo transavam imaginado uma suruba onde muitos homens comeriam Flávia o dia inteiro.
Havia uma piscina na casa de Paulo e, com a chegada do verão, todos ficavam de sunga. Não é preciso nem dizer que Paulo comprou para Flávia o mais ínfimo biquíni que pôde encontrar. E ela o usava com muito orgulho do corpo escultural que a natureza lhe deu. Se a mulher antes provocava os homens, agora então era abuso: começou a fazer topless e ninguém mais escondia o pau duro nem as olhadas quando a loira estava por perto. Ela também olhava para os nossos paus e ria, soltando piadinhas: "Pelo que eu estou vendo, eu devo estar muito gostosa hoje". Paulo achava isso o máximo e ainda apontava a mulher para os amigos: "Ela hoje está demais, olha só! Que tesão de mulher eu tenho!". Flávia passava por entre nós usando apenas a parte de baixo do biquíni e se roçava em todo mundo quando passava. O assunto no escritório não era outro: todo mundo queria ir à casa do Paulo para ver o monumento que todos falavam. Paulo sabia da fama que a mulher estava adquirindo, mas não impedia ninguém de aparecer por lá. Até que um dia, quando havia cerca de quinze homens na casa, aconteceu o que eu nunca imaginei nem nos meus mais loucos momentos de tesão.
Flávia se comportou como todos os outros dias, mesmo com pessoas novas na casa. Trocou de roupa na frente de todos, fez topless sem nenhuma preocupação e ficou olhando para o pau dos homens. Ela estava deitada com a barriga para cima, tomando sol, quando Paulo foi até ela e, de pé, botou o pau para fora e mandou ela chupar. Como se já estivesse esperando por isso, Flávia se ajoelhou sorridente e engoliu o membro ereto do marido, chupando como eu só havia visto as profissionais fazerem. Enquanto chupava, foi tirando o biquíni lentamente e os pêlos claros foram surgindo, para o desesespero da galera. O bundão espetacular da loira estava agora totalmente nu, exibido sem pudor para a platéia animada. Um círculo se formou ao redor do casal e todos viram Flávia completamente nua oferecer-se, de quatro, para o marido. Paulo não demorou e comeu a esposa na frente de todos. Muitos já tinham colocado o pau para fora, para homenagear com uma bronha a situação inusitada. Flávia dava gritinhos de prazer e demonstrava estar muito contente em estar fazendo aquilo. Todos já estavam pelados quando Flávia pediu ao marido: "Põe no cuzinho, meu amor, põe no cuzinho". Paulo enrabou a esposa, que passou a gritar como uma louca. Ele gozou abundantemente na bunda da mulher e saiu de perto para sentar-se em uma cadeira e assitir o espetáculo que estava prestes a acontecer. Flávia ficou de pé e, com o sêmen do marido escorrendo pelas pernas, foi em direção a um grupo de seis homens nus. Agarrou os paus que conseguiu ver e instantaneamente ela foi engolida pela multidão. Os seus seios foram mamados com volúpia, por várias bocas que ela jamais iriam reconhecer. Uma dezena de mãos ávidas percorreram o seu corpo e invadiram sua intimidade. Dedos entravam e saíam de seu cu e de sua boceta. Ela, com muito tesão, só conseguia falar: "Venham, me comam. Todos vocês, me comam".
Deitamos Flávia numa mesa que era usada para servir o almoço. A mesa tinha a altura certa: arreganhada de barriga para cima, Flávia ficava com a boceta na altura dos nossos paus e, pelo outro lado, conseguia chupar todos que se apresentassem com o pau na sua cara. Ganhava uma boa punheta quem conseguia colocar o pau em alguma das mãos da loira. Uns sete homens se aglomeraram em torno de sua boceta e ficaram revezando, comendo-a sem parar. Na boca, ela revezava o boquete em mais uns cinco. Quem não comia ou era chupado ficava circulando ao redor da mesa, mamando os peitos dela ou passando o pau e as mãos nas coxas e no resto do corpo. Paulo, de pau duro novamente, observava de longe, sentado em uma cadeira, batendo uma punheta. Ficamos assim aproximadamente por uma hora sem parar e Flávia ainda não tinha dado mostras de que queria parar, apesar de já ter gozado duas vezes. Era tanta gente que demorou quase vinte minutos para eu poder dar a primeira bombada na boceta que eu sempre desejei. E, mal tinha dado quatro ou cinco estocadas, outro homem tomou meu lugar.
Alguns homens já haviam gozado e Flávia já estava com o rosto e com os seios melados de esperma quando a viramos de bruços. Ela ficou com a bundona exposta para a galera. Continuamos comendo ela e ela continuou chupando todo mundo. Quando o primeiro tentou meter no cu, ela gritou: "No cu só se o Paulo deixar! Pede para ele!". Todos viraram para Paulo, inclusive eu, e pedimos o cu da esposa dele. Ele, com muito tesão, autorizou, mas com uma condição: se um comesse, todo mundo iria comer. Flávia ficou com medo da mega enrabada, mas topou. Seguiu-se mais uma hora de sexo sem parar. Alguns homens deitaram na mesa e ela montou neles para foder com a boceta enquanto dava o cu. Formou vários pares para a dupla penetração enquanto pagava boquete. A loira atingiu o orgasmo mais três vezes. O pessoal começou a gozar: foram incontáveis jatos de sêmen. Várias ejaculações a atingiam no rosto em cheio, na boca e no seios. Outros gozavam dentro do cu ou da boceta. Alguns conseguiram dar duas e Flávia acabou a farra completamente lambuzada. O pessoal se afastou, vencido pela foda. Paulo se aproximou e comeu a mulher mais uma vez. Ela gozou com o marido e ele ejaculou na cara dela.
Depois disso, ficamos na casa até a noite e Flávia não se vestiu. De vez em quando, dava para um ou para dois, mas a suruba com todo mundo junto não se repetiu. Ficamos visitando a casa de Paulo durante quase três meses depois disso e fazíamos sempre uma boa suruba, mas já havia uma seleção maior: nunca tinha mais de dez homens com a gente. Eles saíram do Rio e hoje não sei onde moram, 

Dividiu a esposa com a galera

     Mulher exibicionista, marido voyeur. 
     Essa era a melhor definição para Paulo e Flávia, um jovem casal de cerca de vinte e cinco anos que eu conheci há alguns anos atrás, quando ainda trabalhava no Rio de Janeiro. Paulo e eu trabalhávamos em uma repartição pública, um emprego ruim e que pagava mal, mas que tinha suas compensações. O pessoal que trabalhava lá era muito legal e a gente sempre marcava para ir a algum bar para beber quando saíamos do escritório. Quase todos os sábados Paulo chamava os amigos, cerca de sete ou oito pessoas, para fazer um churrasco na casa dele. Os churrascos eram sempre animados, com muita carne e cerveja, mas não ia nenhuma mulher.  
A única mulher que sempre estava lá era a esposa de Paulo. Flávia era uma loira boazuda de um metro e setenta de altura, com o cabelo comprido encaracolado que descia até a sua cintura. Ela tinha uma bunda espetacular, uns peitões enormes e umas coxas tão grossas que até hoje me deixam de pau duro. Ela deixava a galera babando toda vez que passava, mas ninguém dava bandeira, porque, afinal de contas, éramos todos hóspedes e respeitávamos Paulo.

Depois de algum tempo, comecei a perceber que Paulo gostava que a mulher fosse desejada pelos amigos. Ele incentivava a esposa a vestir roupas provocantes e toda vez que aparecíamos por lá Flávia estava com uma roupa menor. No início ela usava uma camiseta e um short comportado e depois passou a usar tops minúsculos bem decotados e shorts cada vez mais curtos, daqueles que se enfiam no rabo e deixam as polpas da bunda do lado de fora. Combinando com a tara do marido, Flávia também se excitava ao provocar os homens. Ela adorava circular no meio da galera vestida com aquelas roupinhas e esbarrar "sem querer" com alguma parte íntima do seu corpo em nós. Paulo se divertia, de longe, ao ver a sua esposa ser alvo de tantos olhares que, com o passar do tempo, estavam se tornando cada vez mais indiscretos. E Paulo ainda comentava com o pessoal: "Estão vendo minha esposa? Ela está uma maravilha hoje, não é?". Todos concordavam envergonhados, mas cheios de tesão. E Flávia ainda fazia brincadeiras com a gente do tipo: "Vai precisar de maminha para esse churrasco? Se tiver, eu tenho aqui", ou então "Alguém vai assar lombo? Se forem assar me avisem porque eu não quero perder nada", e ainda mais: "Tô doida por uma picanha hoje, será que alguém pode me ajudar?". Todos riam bastante com ela, mas no fundo estavam todos querendo comer aquela deusa loira e gostosa.
A situação foi ficando cada vez mais escrachada. Flávia não fechava mais a porta quando ia ao banheiro. Várias vezes algum dos homens a pegou tomando banho nua ou trocando de roupa. Ela, fingindo que nada estava acontecendo, começava a conversar com o cara, deixando-o mais envergonhado ainda. Depois eu fui descobrir que essa era a maior fantasia do casal: eles há muito tempo transavam imaginado uma suruba onde muitos homens comeriam Flávia o dia inteiro.
Havia uma piscina na casa de Paulo e, com a chegada do verão, todos ficavam de sunga. Não é preciso nem dizer que Paulo comprou para Flávia o mais ínfimo biquíni que pôde encontrar. E ela o usava com muito orgulho do corpo escultural que a natureza lhe deu. Se a mulher antes provocava os homens, agora então era abuso: começou a fazer topless e ninguém mais escondia o pau duro nem as olhadas quando a loira estava por perto. Ela também olhava para os nossos paus e ria, soltando piadinhas: "Pelo que eu estou vendo, eu devo estar muito gostosa hoje". Paulo achava isso o máximo e ainda apontava a mulher para os amigos: "Ela hoje está demais, olha só! Que tesão de mulher eu tenho!". Flávia passava por entre nós usando apenas a parte de baixo do biquíni e se roçava em todo mundo quando passava. O assunto no escritório não era outro: todo mundo queria ir à casa do Paulo para ver o monumento que todos falavam. Paulo sabia da fama que a mulher estava adquirindo, mas não impedia ninguém de aparecer por lá. Até que um dia, quando havia cerca de quinze homens na casa, aconteceu o que eu nunca imaginei nem nos meus mais loucos momentos de tesão.
Flávia se comportou como todos os outros dias, mesmo com pessoas novas na casa. Trocou de roupa na frente de todos, fez topless sem nenhuma preocupação e ficou olhando para o pau dos homens. Ela estava deitada com a barriga para cima, tomando sol, quando Paulo foi até ela e, de pé, botou o pau para fora e mandou ela chupar. Como se já estivesse esperando por isso, Flávia se ajoelhou sorridente e engoliu o membro ereto do marido, chupando como eu só havia visto as profissionais fazerem. Enquanto chupava, foi tirando o biquíni lentamente e os pêlos claros foram surgindo, para o desesespero da galera. O bundão espetacular da loira estava agora totalmente nu, exibido sem pudor para a platéia animada. Um círculo se formou ao redor do casal e todos viram Flávia completamente nua oferecer-se, de quatro, para o marido. Paulo não demorou e comeu a esposa na frente de todos. Muitos já tinham colocado o pau para fora, para homenagear com uma bronha a situação inusitada. Flávia dava gritinhos de prazer e demonstrava estar muito contente em estar fazendo aquilo. Todos já estavam pelados quando Flávia pediu ao marido: "Põe no cuzinho, meu amor, põe no cuzinho". Paulo enrabou a esposa, que passou a gritar como uma louca. Ele gozou abundantemente na bunda da mulher e saiu de perto para sentar-se em uma cadeira e assitir o espetáculo que estava prestes a acontecer. Flávia ficou de pé e, com o sêmen do marido escorrendo pelas pernas, foi em direção a um grupo de seis homens nus. Agarrou os paus que conseguiu ver e instantaneamente ela foi engolida pela multidão. Os seus seios foram mamados com volúpia, por várias bocas que ela jamais iriam reconhecer. Uma dezena de mãos ávidas percorreram o seu corpo e invadiram sua intimidade. Dedos entravam e saíam de seu cu e de sua boceta. Ela, com muito tesão, só conseguia falar: "Venham, me comam. Todos vocês, me comam".
Deitamos Flávia numa mesa que era usada para servir o almoço. A mesa tinha a altura certa: arreganhada de barriga para cima, Flávia ficava com a boceta na altura dos nossos paus e, pelo outro lado, conseguia chupar todos que se apresentassem com o pau na sua cara. Ganhava uma boa punheta quem conseguia colocar o pau em alguma das mãos da loira. Uns sete homens se aglomeraram em torno de sua boceta e ficaram revezando, comendo-a sem parar. Na boca, ela revezava o boquete em mais uns cinco. Quem não comia ou era chupado ficava circulando ao redor da mesa, mamando os peitos dela ou passando o pau e as mãos nas coxas e no resto do corpo. Paulo, de pau duro novamente, observava de longe, sentado em uma cadeira, batendo uma punheta. Ficamos assim aproximadamente por uma hora sem parar e Flávia ainda não tinha dado mostras de que queria parar, apesar de já ter gozado duas vezes. Era tanta gente que demorou quase vinte minutos para eu poder dar a primeira bombada na boceta que eu sempre desejei. E, mal tinha dado quatro ou cinco estocadas, outro homem tomou meu lugar.
Alguns homens já haviam gozado e Flávia já estava com o rosto e com os seios melados de esperma quando a viramos de bruços. Ela ficou com a bundona exposta para a galera. Continuamos comendo ela e ela continuou chupando todo mundo. Quando o primeiro tentou meter no cu, ela gritou: "No cu só se o Paulo deixar! Pede para ele!". Todos viraram para Paulo, inclusive eu, e pedimos o cu da esposa dele. Ele, com muito tesão, autorizou, mas com uma condição: se um comesse, todo mundo iria comer. Flávia ficou com medo da mega enrabada, mas topou. Seguiu-se mais uma hora de sexo sem parar. Alguns homens deitaram na mesa e ela montou neles para foder com a boceta enquanto dava o cu. Formou vários pares para a dupla penetração enquanto pagava boquete. A loira atingiu o orgasmo mais três vezes. O pessoal começou a gozar: foram incontáveis jatos de sêmen. Várias ejaculações a atingiam no rosto em cheio, na boca e no seios. Outros gozavam dentro do cu ou da boceta. Alguns conseguiram dar duas e Flávia acabou a farra completamente lambuzada. O pessoal se afastou, vencido pela foda. Paulo se aproximou e comeu a mulher mais uma vez. Ela gozou com o marido e ele ejaculou na cara dela.
Depois disso, ficamos na casa até a noite e Flávia não se vestiu. De vez em quando, dava para um ou para dois, mas a suruba com todo mundo junto não se repetiu. Ficamos visitando a casa de Paulo durante quase três meses depois disso e fazíamos sempre uma boa suruba, mas já havia uma seleção maior: nunca tinha mais de dez homens com a gente. Eles saíram do Rio e hoje não sei onde moram, 

Testando a Fidelidade da Esposa – Conto Erótico

menage              No trabalho, ouvi um cara dizer que contratou uma agência para testar a fidelidade da esposa dele e se deu mau. Fiquei com aquilo na cabeça e decidi testar a minha também. Lara minha esposa é muito séria e sempre foi muito fiel. Fui na tal agência e me explicaram como o teste seria feito. Me informaram que fariam uma filmagem e me entregariam um dia depois. A dona da agência me pediu alguns dados sobre minha esposa. Informei o básico, disse que ela trabalha com venda de roupas íntimas e que é muito séria. A dona me apresentou dois rapazes que testariam minha esposa. Um era loiro e de boa aparência, o outro moreno do estilo fortinho. Eu sabia que me minha esposa passaria neste teste, pois confio muito nela, pensei.                   
A dona da agência me pediu para dizer a minha esposa que na sexta feira chegaria mais tarde em casa. Para deixar minha esposa menos preocupada com horário. Fiz isso. Na sexta feira o dia do teste não conseguia me concentrar em nada. Só ficava pensando no que estava acontecendo com Lara. Cheguei em casa um pouco mais tarde e perguntei a ela como foi o dia. Ela me respondeu que não havia acontecido nada de mais. Fiquei mais tranquilo com aquela resposta. No sábado de manhã fui a agência pegar o DVD com o teste na íntegra.
Cheguei no trabalho e logo comecei a ver o conteúdo do cd. Primeiro estava gravado uma conversa pelo telefone. O rapaz liga pra Lara dizendo que estava querendo comprar roupas íntimas para sua namorada e pediu que Lara fosse até seu apartamento. Lara respondeu que não atendia homens a domicílio. O rapaz insistiu dizendo que queria comprar várias peças. Depois de muito insistir ela topou, pois não gostava de perder vendas. Chegando no apartamento que estava com câmeras por todo lado, Lara entrou e não estava muito a vontade. Eu estava me sentindo estranho pois agora estava vendo ao vivo e a cores minha esposa numa sala com dois homens sem saber o que viria depois. Os rapazes estavam puxando conversa e vendo as peças para deixá-la mais a vontade. Um deles foi preparar um suco de laranja e trouxe pra ela que aceitou. Lara parecia não estar a vontade com aquela situação.
Eles começaram a perguntar sobre qual das peças eram mais própria para presente, isso fez com que Lara fosse se soltando e falando mais. O rapaz loiro pegou uma calcinha de renda toda transparente e perguntou se as mulheres gostam deste tipo de calcinha. O outro pediu para ver as cuecas e pegou uma e pediu permissão para experimentar, Lara disse que não teria problema. Os dois pegaram as cuecas e foram para o quarto. Do quarto tinha uma câmera que dava para ver na sala, eles ficaram olhando a reação de Lara. Ela ficava se abanando com as duas mãos, isso para mim era um mal sinal, pois ela fazia isso quando estava nervosa. Os rapazes entraram de cuecas e perguntaram se estavam bem.
Lara já estava muito diferente e respondeu que eles ficaram muito bem, eles ficaram em pé perto dela e ela não tirava o olho do pau dos caras. Fiquei puto de raiva. O loiro pegou a calcinha de renda transparente e pediu para Lara experimentar para que eles pudessem ver como ficaria no corpo de uma mulher. Ela relutou mas os caras começaram a alisar os cabelos dela e ela acabou aceitando a proposta. Eu estava puto de raiva, já era pra ela ter ido embora a muito tempo. No quarto ela começou a tirar a roupa e experimentar as roupas íntimas. Pra minha surpresa Lara começou a se masturbar, deu para notar que ela estava cheia de tezão. Ela rebolava na mão e alisava a xotinha e os seios, lambeu o dedinho e enfiava no cuzinho. Cara fiquei puto de raiva, ela deu toda pinta que ia dar pros caras. Ela tirou a roupa toda e vestiu aquela calcinha transparente e um soutien tão pequeno que mal dava para tampar os bicos do peito.
Quando ela entrou, os caras ficaram comendo ela com os olhos e pediram para passar as mãos e sentir a textura da calcinha. Eles começaram então a alisar os peitinhos dela, a bunda e passavam as mãos no xoxotinha dela. Ela retribuia passando a mão no pau dos dois. Um começou a beijar o pescoço dela e o outro ficava por trás roçando na bunda dela. Nunca pensei que veria uma cena dessas, minha Lara se esfregando em dois homens ao mesmo tempo. Os caras retiraram o soutien e abaixaram a calcinha dela, enquanto um chupava os peitinhos dela o outro estava lambendo a xotinha dela. A Safada estava cheia de tezão e delirava ao ser toda chupada. Nunca tinha visto Lara com tanto tezão. Eles levantaram as pernas dela e enquanto um chupava a xota o outro dava linguada no cuzinho dela e ela rebolava pedindo mais e xingando os cara de safados. Depois de chuparem bastante a xaninha dela eles se levantaram e os dois mostraram o pau para ela e a safada caiu de boca nas duas varas. Ela chupava e punhetava os dois paus ao mesmo tempo. Os caras batiam com o pau na cara dela e ela estava adorando apanhar de pau na cara. Ela chupou o pau o saco e até lambia o cú dos caras, ela havia se transformado numa verdadeira puta.
Um dos caras sentou no sofá e ela se ajeitou e sentou no pau dele, a vadia gemia de tezão enquanto o pau duro do cara entrava na buceta dela. O outro só queria saber de enfiar o pau na boca dela e ela chupava e batia uma punheta pro cara. A safada rebolava na vara do safado e chupava loucamente. Por fim colocaram ela de quatro e enquanto um fodia ela de quatro o outro se aproveitava e a colocava pra chupar. Mudaram de posição várias vezes, um deitou e ela deitou em cima cima e começaram a fuder um na xota e o outro no cuzinho dela. Dois paus enterrados nela e ela parecia estar adorando aquilo, safada, gemia e pedia mais, mais.Foi horrível ver a minha esposa sendo arrombada por dois safados. O Cara só queria enfiar a rola no cuzinho apertadinho dela.
Novamente de quatro eles revezavam, enquanto um fodia o cú dela o outro socava na boca dela.
O loiro metia tão forte no cú dela que não aguentou e jogou um jato de porra e lambuzou o cuzinho dela todo, dava pra ver o buraquinho dela piscando cheio de porra.
O outro também estava quase gozando e ela batia punheta e chupava, o cara tirou o pau da boca dela e gozou na cara da safada que ficou toda lambuzada de porra. A piranha morria de nojo de chupar meu pau e acabou deixando o tarado encher a boca dela de porra que escorria por toda cara dela. Eles ficaram deitados um tempão no tapete da sala. Conversando e se alisando. Depois se levantaram e foram juntos para o banho. Lá eles a colocaram para chupar novamente e eu tive que assistir tudo de novo. Eles ficaram de pau duro e fuderam minha esposa novamente no banheiro, enfiaram na buceta, no cu, enfiaram na xota e no cú ao mesmo tempo, colocaram ela pra chupar e gozaram no corpo dela que passava aquela porra quente pelo corpo e sorria de alegria. No final eles perguntaram se ela havia gostado. Ela respondeu que tinha sido a melhor foda da vida dela e queria que eles a fudessem de novo outro dia. Eles disseram que viajariam e que não voltariam mais, ela pareceu desapontada e falou que teria então que se contentar com o babaca do marido. Puta que pariu, aquilo que ela disse me chamando de babaca doeu muito.

MINHA MULHER ME SURPREENDEU! (CONTO ERÓTICO)

MINHA MULHER ME SURPREENDEU!
 
Olá, meu nome é Jéferson tenho 29 anos, e o relato que vou fazer, aconteceu a dois meses e talvez por esse motivo ainda não saiu da minha memória.

Sou casado a três anos com Sabrina, uma mulher linda de 23 aninhos,1,62cm, 51 quilos, morena clara, olhos castanhos claros , cabelos pretos até a cintura e um corpo escultural. Fui seu primeiro namorado e por esse motivo sempre a fantasiava transando com outros homens mas, como sou muito tímido nunca tive coragem de dizer isso a ela. Nosso namoro que durou 4 anos, foi muito intenso no que se diz respeito ao sexo. Fizemos quase tudo ... Sexo anal, sexo em lugares públicos e por aí vai. Mas, sempre só nós dois. Depois que nos casamos a nossa relação sofreu um desgaste muito natural diga-se de passagem. Porém, percebi que ela já não era como antigamente e pra falar bem a verdade, eu também já não sentia a mesma atração de antes. Foi quando esse desejo de vê-la nas mãos de outro homem foi aflorando. Na verdade tudo começou numa noite em que sonhei que estávamos viajando e que por uma dessas situações absurdas que sonhamos, eu não tinha dinheiro para pagar o mecânico que consertou meu carro na beira da estrada. No sonho, Sabrina vendo que a situação não se resolveria, disse a mim que pagaria de outra forma e começou a beijar o mecânico na minha frente. Ela então o carregou para dentro do carro e lhe paga um boquete maravilhoso. Não satisfeito o mecânico safado a colocou ela de quatro no banco e fudeu sua buceta com violência enquanto ela olhava pra mim com uma cara de safada dizendo: ”você me obrigou a fazer isso amorzinho!”.

Acordei atônito! Suando muito e meu pau parecia que ia explodir. Não me contive e como não queria acordá-la, fui para o banheiro e bati uma punheta. Durante dias aquela cena ficou na minha cabeça. Ficava no sofá olhando para minha esposinha fazendo as tarefas domésticas e imaginando aquela carinha de safada do sonho. Nossas transas ficaram mais quentes pois mesmo com medo de falar pra ela sobre a minha fantasia, eu imaginava ela sendo fudida por um homem qualquer e aquilo me deixava louco. Vivia ensaiando, pensando em uma forma de dizer pra ela sobre o meu desejo mas na hora sempre desistia.

Tudo começou a mudar numa tarde de sábado em que de folga, eu aproveitei para fazer alguns reparos no meu carro. Ela também estava em casa e tinha por costume tomar sol nos finais de semana na área dos fundos. Assim que terminei, chamei ela pra que pudesse me levar uma estopa pois estava sujo de graxa e não queria entrar em casa assim. Ela veio com um minúsculo biquíni e ao me entregar a estopa me agarrou e disse: “nossa amor como vc está gostoso meu mecânico! está a fim de trocar um óleo ?” entrei na brincadeira e de súbito disse:” mas têm que ser rapidinho antes do seu marido chegar “ ela me olhou estranho por um segundo e me deu longo beijo. Transamos como nunca! Ela entendeu a brincadeira e me xingava “vai seu mecânico imundo faz esse serviço direito!” eu me empolguei e comecei a xingá-la também “ sua putinha! Vadia seu marido é um corno safado nem imagina que vc está sendo fudida por um macho de verdade!” ela ficou ainda mais louca “ vai seu desgraçado destrói a buceta dessa piranha! meu marido vai me encontrar toda gozada e arregaçada!” confesso que aquilo me assustou um pouco, ela nunca tinha dito aquilo. Daquela forma naquele tom de voz! Fiquei mais louco ainda e passei a bombar com mais força até inundar a buceta dela de porra!

Daí em diante, começamos a conversar abertamente sobre sexo. Na mesma noite eu fiz questão de comprar um vinho só pra ela ficar um pouco mais a vontade. e falamos muita putaria. Em um dado momento eu já um pouco alto confessei pra ela que tinha vontade de vê-la transar com outro homem que gostaria de ficar só assistindo. Ela deu uma grande risada típica de quem também não está no estado normal e disse “por isso que vc estava se comportando dessa maneira?” Como assim ? eu disse. “vc era muito ciumento amor e de uns tempos pra cá, vem me incentivando a usar roupas provocantes a me exibir para outros homens! E hoje a tarde o que foi aquilo? ” nossa meu desejo já tinha tomado conta de mim. Tinha mudado de comportamento e nem percebi. Fiquei sem o que dizer mas ela disse: “ vou realizar sua fantasia benzinho mas deixe que aconteça naturalmente.” Transamos de novo na sala e dessa vez falando muito mais obscenidades . Ela quando bebe vira uma verdadeira puta e eu adorooo!!!
O tempo foi passando e ela não me deu nenhuma pista que estava afim mesmo de transar com outro homem e me fazer corno. Aos poucos fomos voltando à monotonia. Apesar de minha insistência ela sempre dizia que ainda não estava preparada e que se fosse acontecer, seria inesperadamente. Eu tentava criar situações para que isso ocorresse mas nada! A vontade de vê-la fudendo com outro me consumia, não parava de imaginar . Porém aos poucos fui perdendo o entusiasmo e até mesmo a atração por minha esposa. Cheguei ao ponto de trair várias vezes, comecei a frequentar prostíbulos, a dar em cima outras mulheres. Ate que...
Num final de tarde ensolarado o meu telefone celular toca “ oi amorzinho! Como vc está?” estou bem respondi. “já está vindo embora pra casa?” tenho alguns problemas pra resolver e depois do trabalho ainda vou passar em outro lugar. “ vem direto pra casa amor?! Eu fiz uma surpresinha pra vc” na hora, nada passou pela minha cabeça. Pensei ser uma das várias receitas que ela copia dos programas de culinária e que prepara pra mim. Mesmo assim concordei e fui direto pra casa.

Ao abrir a porta da sala, vejo ela sentada de pernas cruzadas no sofá, com uma mini-saia rodada branca, uma blusinha de alcinha, toda maquiada, cheirosa, de salto alto e com uma algema nas mãos. O que é isso? Eu disse. Onde vamos? Ela fez uma cara sexy se levantou do sofá e veio em minha direção e me disse ao pé do ouvido: “ Não vamos a lugar nenhum. Pelo contrário, vamos receber visita amorzinho” Reparei sua voz um pouco trêmula e distorcida, ao me virar vi uma garrafa de vinho aberta. Tá explicado. Quem vem pra cá ? perguntei curioso. “a sua surpresinha amorzinho! Mas, pra isso vc têm que se comportar e ser bastante obediente”. Na hora meu coração foi na boca. Pensei será que é hoje?! ela pegou as algemas e disse “sei que vc ai ser um rapazinho obediente mas mesmo assim vou te algemar” ela me algemou com as mão pra frente e eu incrédulo da situação que estava por vir aceitei sem questionar . Ela foi até a mesa de centro pegou a garrafa de vinho deu um gole e depois derramou um pouco sobre a perna de modo que o líquido foi escorrendo até os seus pés “vem cá amorzinho lambe a sua piranha ! ela não pode receber visita assim !” eu me ajoelhei e lambi dos pé até a altura da cintura. Já estava louco de tesão, meu pau explodia dentro da calça. Ela então fez questão de tirar minha calça e minha camisa. Eu estava ali apenas de cueca, com a mobilidade reduzida e totalmente a mercê de minha adorável esposa. Ela me provocava passava rebolando como uma vadia na minha frente fazendo cara de safada e a todo momento olhando no relógio. Novamente perguntei quem vai nos visitar? Antes dela responder a campainha tocou. Ela deu um sorriso e disse “ tá preparado pra ser um corninho bem manso? “ eu só arregalei os olhos ! ela veio em minha direção de um jeito todo carinhoso e safado e me puxou pelo braço e me levou para o canto da sala ordenou para que eu ajoelhasse e eu morrendo de tesão obedeci. “isso corninho assim que eu gosto” e lá se foi ela rebolando atender a porta. Ouvi vozes e em seguida ela entrou na sala rodeada por 3 homens, um moreno de estatura mediana e dois negros altos . Quem são eles? “nada de perguntas corninho. Vc insistiu tanto pra eu te chifrar, que resolvi fazer isso em dose tripla!”. Imediatamente um dos negros a puxou e deu um longo e demorado beijo. Os outros dois passavam a mão em suas pernas, beijavam o seu pescoço, tiravam a blusinha cuidadosamente e chupavam seus seios com voracidade. Eu ajoelhado no canto da sala mal acreditava que a minha Sabrina estava prestes a transar com três caras estranhos na minha frente. Ela interrompeu o beijo ajoelhou no tapete da sala e disse “ estão vendo aquele corninho ali? O sonho dele e ver a esposinha mamar na rola de um estranho o que vocês estão esperando?” os caras não pensaram duas vezes e tiraram a rola pra fora, todas com um tamanho respeitável. Ela caiu de boca feito uma cadela desmamada, chupava como uma louca, a cada momento chupava um e punhetava os outro dois. Era um tesão ver a minha esposa ali cercada de picas . toda sua delicadeza e seu rosto angelical, contratando com rolas grandes e veiúdas. Tentei me aproximar pra ver de perto aquela cena “isso corninho! Vem cá vem! Vem ver sua vagabunda dar um showzinho”
Um dos negros disse: “parabéns cara. Sua mulher é muito gostosa e chupa uma rola como ninguém “ ela ao ouvir isso acelerou na chupada e o cara quase encheu sua boca de porra. Uns dos caras se posicionou atrás dela e ela imediatamente se pôs de quatro no tapete deixando toda a sua xaninha exposta para o malandro ...ele não perdeu tempo e levantou sua sainha arrancou a calcinha dela num puxão só “ vadia ! vou te mostrar como a gente trata uma piranha como vc! Numa estocada violenta quase fez ela engasgar com a pistola do outro negro na boca . ela deu um gemido alto e intenso eu quase morri de tesão! “ai que gostoso seu filho da puta! Vai ! aproveita essa buceta molhada vai! Mostra pra esse corno a vagabunda que ele têm em casa vai! Isso ! me fode! Isso ” O cara acelerou nas estocadas e era muito gostoso ver seus seios balançando com o impacto da bombada, sua cara de safada me deixava louco. Eu com muita dificuldade consegui tirar meu pau pra fora e comecei a bater uma punheta . “isso corninho bate punheta mesmo ! porque hoje vou ser puta desses machos aqui fica quietinho aí viu amorzinho!” as bolas do cara batendo na bunda da minha mulher parecia música para os meus ouvidos . ela reclamou dos joelhos . disse que o tapete estava machucando e levou o seus comedores para o sofá . Ficou de quatro novamente e implorou pra ser comida “ anda destrói a minha xaninha ! não deixa nada sobrar para o corno!“ Nunca a vi daquele jeito ela estava descontrolada “quero uma rola na minha boca também ! esse corno nunca mais vai esquecer dessa noite” os caras deliravam com a minha gatinha “ que puta gostosa! Toma sua piranha é isso que vc merece vadia!” o outro negro sentou no sofá e pediu pra minha Sabrina cavalgar na rola dele, ela foi pra cima dele e começou a rebolar como nunca. Ela mal conseguia gemer porque os caras não davam tempo já enfiavam o pau na boquinha dela “chupa vagabunda! Mostra para o corninho que vc é uma piranha completa” ela ficou uns dez minutos naquela posição , rebolava no pau do negro e revezava dois paus na boca. Logo o moreno quis fodê-la também colocou ela de frente nos sofá com as pernas bem abertas e começou a meter violentamente ela olhou pra mim com aquela carinha que eu sempre sonhei e disse “ tá gostando meu corninho? Não era isso que vc queria? Agora aguenta porque eu estou adorando e a partir de hoje, vou dar pra quem eu quiser!” não aguentei e gozei em cima do tapete. Porém , meu pau não parava de pulsar, em seguida comecei mais uma punheta principalmente quando ela gemendo de tesão gritou “quem vai comer o meu cuzinho? Quero ser fodida de todas as maneiras na frente desse corno pra ele nunca mais ficar provocando uma piranha”. Eu perdi a respiração ela raramente fazia anal comigo. um dos negros disse “que tal a gente levar essa putinha pra cama do corno? Ele ia adorar ver essa safada enrabada na cama dele!”ela me puxou pelo braço novamente e ordenou pra que eu fosse engatinhando até o quarto “ isso... vem, hoje eu que mando fica ai sentadinho e caladinho tá?!” os caras já a puxaram colocaram ela de quatro na cama e continuaram a fuder ela com vontade. ela urrava de prazer e me xingava cada vez mais. Os caras também não perdoavam “ Nós vamos deixar o cuzinho dela bem arrombado pra vc viu cornão!” um dos negros ordenou pra que ela arrebitasse mais a bunda preparou a cabeça e enfiou bem devagar até enterrar a rola inteira no cuzinho dela . ela deu um grito de dor mas depois sedada pelo tesão continuou a gemer como uma puta. O cara foi aumentando a velocidade suas bolas faziam um barulho impressionante o cara metia feito um animal e minha esposa não satisfeita pediu para o outro negro se posicionasse por baixo e fodesse sua buceta também . era uma cena alucinante e prazerosa ver minha gatinha na minha cama sendo literalmente arrombada ao mesmo tempo por dois negros safados. Ela gemia, gritava , xingava. Até que me chamou na beira da cama “ vem cá corninho! Anda eu to mandando! Me dá um beijo anda !” eu sem jeito beijei sua boquinha delicada com gosto de vinho e cheiro de rola. “ ai amor eles estão me arregaçando...Obrigado por deixar esses tarados me comerem amor. te amo viu?!”. Eu logo me afastei por que o moreno logo se preparava para comer o cu dela também e esse revezamento seguiu por um bom tempo até que um dos negros disse que ia gozar “isso vai . deixa minha buceta toda melecada . fode bem gostoso “ o cara acelerou mais ainda o ritmo e deu um berro enchendo a xaninha branquinha da minha esposa de porra . o moreno que estava por baixo fudendo o cu dela, não aguentou ver a cena e também gozou dentro do cu dela. Nessa hora ela quase desmaiou de tanto tesão . o negro que sobrou pegou ela pelo braço colocou ela de joelhos na minha frente e disse “ vou lambuzar sua esposinha na sua frente. Acelerou a punheta e jogou um jato de porra que eu até então só tinha visto em filme na cara de Sabrina “que delicia seu safado“ A porra escorreu por todo queixo se espalhou pelos seios e eu mal conseguia ver seu piercing no umbigo. Ela se levantou e pude ver que a porra dos outros dois escorria pelas suas pernas... virou-se pra mim e disse” satisfeito corninho? Em ver sua mulher assim toda gozada? Vc insistiu tanto... me obrigou a fazer isso amorzinho “ me puxou pelo cabelo e esfregou minha cara nos teus seios e barriga. o cheiro era horrível mas mesmo assim não resisti e também gozei . “agora vai lá pegar o dinheiro desses safados” e enquanto eles se vestiam e se despediam da minha esposa, eu fui pegar a grana para pagar os garotos que ela tinha contratado por telefone.

Daquele dia em diante, nossa vida sexual mudou completamente. Hoje realizamos todas as nossas fantasias. Vencemos a rotina e o marasmo e somos um casal feliz e realizado.


Enviado por: JEFERSON SILVA

Marcando a esposa do corno!!!!


Nova moda do UBER

Conversando com umas amigas descobri a febre do momento entre as meninas: o UBER. Muito além de um mero aplicativo para serviço de motorista particular, tem sido o alibi perfeito para as compromissadas que tem amante e passam pelo constrangimento de sair do carro de outro homem. A satisfação de poder ser deixada por ele na porta de casa, sem precisar esconder-se,  sem ser julgada pelos vizinhos e, muitas das vezes, ter o seu namorado, noivo ou marido  abrindo a porta do carro do seu amante, para você sair: não tem preço ─ é o êxtase do crime prefeito. Para mim, que por minha fidelidade, cumplicidade e amor ao meu corninho, procuro sempre preserva-lo de comentários maldosos de vizinhos que me vem saindo de carros de outros homens. E a alegação ─ nunca justificativa ─ de que é apenas um serviço do UBER se ajusta sobre medida em nosso dia a dia. Quando em um momento de alegria disse a elas que contaria pro meu maridinho que esta seria a solução para nossos problemas, fui fulminada por olhares silenciosos, como que se revelasse os segredos de uma confraria secreta. Tive que então, revelar em troca nosso segredo e dizer que meu marido é um corninho manso, fiel e obediente e que desde que começamos a namorar eu adestro desta forma. Os olhares antes de repreensão deram lugar a uma inveja velada, de quem precisa enganar a pessoa que ama para poder se aventurar. Ser Rainha de Espadas não é para qualquer mulher. Apenas sorri. 

POR QUE O SEXO COM OUTRO HOMEM É TÃO "DIFERENTE"?

POR QUE O SEXO COM OUTRO HOMEM É TÃO "DIFERENTE"?
Quer os fatos?Quem não foi, ou não é corno ainda, realmente não tem como saber na prática, mas quem é ou foi, sabe o que vou dizer: Sua mulher é outra, completamente diferente, quando está na cama com um homem estranho, ou diferente de você.

Especialmente se vocês já estão juntos há muito tempo, você ficaria surpreso em ver como ela se comporta diante da “pegada diferente” de outro cara. Talvez ela nunca tenha gostado de ser pega “com força”, ou nunca tenha apreciado o cabelo sendo puxado,um um belo tapa na cara, ou na bunda. Mas de repente, nas mãos daquele cara que ela mal conhece, fica toda molhada, molinha e excitada com cada puxão! 
Pois é, outro homem, outro desafio, a importância de sentir-se possuída, seduzida, conduzida. Uma coisa que com o marido, namorado ou noivo, já não ativa mais os instintos, pois ele é área conquistada. Ou outro, o estranho, é área a ser explorada, portanto, os instintos ativam de forma diferente. 
Aquele orgasmo que o marido, namorado, noivo, levam tanto tempo pra fazê-la atingir (quando conseguem, pois muitos sequer chegam a provocar sensações tão fortes!), parece acontecer com tanta facilidade com aquele cara diferente entre as pernas… 
Afinal, salvo se ele for um completo idiota na cama (e comedores geralmente são bons amantes, né?), independente do tamanho, grossura ou vigor do pênis dele, ele já leva uma total e completa vantagem sobre você, que está com ela há tanto tempo: Ele é outro homem. Tem outro pênis, outro cheiro, outro jeito, provoca outras sensações. Só isso já abre as portas dos sentidos dela, coisa que você, depois de um tempo, não consegue mais. 
E mesmo que com você, com quem ela está há tanto tempo, ela nem tenha mais o hábito de fazer um gostoso sexo oral, saiba: Ela vai devorar o membro de outro homem com um tesão e um prazer que você nem lembrava que ela era capaz de sentir. Se é que já viu ela assim um dia! 
Mais uma vez, o fator “outro pênis” aparece. Outro gosto, outra textura, outro macho. Outros feromônios que provocam nela a necessidade de virar uma fêmea faminta e deliciosa. Afinal, das duas uma: 1. Ela quer que aconteça de novo, portanto, que ele fique encantado com suas habilidades; ou, 2. Ela quer que seja uma vez e nada mais, portanto, que seja tão marcante que não saia mais da memória dele, nem das lembranças dela.Ela vai mamar com a sede de um bezerrinho faminto e pedir porra.
A facilidade com que ela se excita e se deixa levar para a cama com um estranho, em especial se não pretende ter com ele um relacionamento mais profundo, é muito grande. Até as preliminares, que ela exige do companheiro como um ritual interminável, com o amante é quase dispensável. 
O simples fato de ele ser o amante, já deixa ela pronta para ele desde o momento em que passou o batom na boca para encontrá-lo. Ou que bateu os olhos nele, se o encontrou casualmente!Ela não vai precisar de nada especial. Uma simples “oportunidade”, e ela está arrancando as roupas para dar pra ele. 
Uma puta nas mãos dele.Pois é, é assim que ela quer, na verdade, se sentir. Nem que seja só na cama. Afinal, carinho, amor, respeito, consideração, atenção e chamegos, ela já tem de você, que é o companheiro que deve isso a ela. As coisas que ela exige de você, jamais exigirá dele. 
la pode nunca ter gostado de ser gozada no rosto (especialmente nos cabelos, elas ficam loucas da vida quando o marido estraga a chapinha!), pode ter sempre deixado claro que “nada de ejacular na sua linda e higiênica boquinha”… Mas quando vir aquele macho que o destino colocou entre as pernas dela casualmente, belo, charmoso, quente, pulsando com o membro pronto pra explodir num jorro de gozo fruto do prazer que ela mesma proporcionou… Ela quer este troféu. E aceitará por onde vier. 
Seja no rosto, ou nos seios, ou na boca, se era ali que ele estava sentindo prazer. Se der, ela engole, se não conseguir, baba. Mas não vai desprezar, é o prêmio maior que ela ganha, por ser irresistível. E ela sente e sabe disso. 

Se estava dentro, no afã, que seja, inunde seu corpo. Haja calcinha molhada depois, ou absorvente pra secar tudo o que vai escorrer no resto do dia. Ou haja marido consciênte, fazendo seu papel amável de “limpar a casa que o visitante bagunçou”.Haja pilula do dia seguinte, ou preocupação até saber que “ficou tudo bem”. Mas mesmo diante de tudo isso, a sensação que ela levará é: “valeu à pena”.

Dois safados comendo minha mulher Carla

Dois safados comendo minha mulher Carla Sou casado com uma linda mulher chamada Carla. Ela é loira, estatura média, seios grandes e um...